Lei e ordem...
Putz, por isso que eu sou fã desse cara. Por isso que eu digo que se ele existisse, eu queria ter um caso com ele. Estou falando dele, de Aristóteles, que chega com a sua "Revolução da Alma". Palavras tão antigas, mas tão apropriadas para o nosso tempo... Poderia citar as revoluções em tópicos:
1) Ninguém é dono da nossa felicidade, por isso não precisamos entregar nossa alegria, nossa paz e nossa vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos à ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja. Se repetimos muito "Eu preciso tanto de você" ou "Você é a razão da minha vida", vamos remover essas palavras e principalmente a ação dessas palavras da nossa vida, pois fazem muito mal ao nosso eu interior.
2) Quando sentirmos um vazio n´alma, quando acreditarmos que ainda está faltando algo mesmo tendo tudo, vamos remeter nosso pensamento para os desejos mais íntimos e busquemos a divindade que existe em nós.
3) Vamos parar de colocar nossa felicidade cada dia mais distante de nós. Não devemos colocar objetivos longe demais de nossas mãos, mas abraçar os que estão ao nosso alcance. Se há desespero por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busquemos em nosso interior a resposta para a calma, pois somos reflexo do que pensamos diariamente.
4) Vamos parar de pensar mal de nós mesmos! Vamos nos perdoar! Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então vamos abrir um sorriso para aprovar o mundo que quer oferecer o melhor. Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de nós mesmos, e estaremos afirmando para nós mesmos, que estamos pronto para a felicidade.
5) Vamos parar de esperar a felicidade sem esforços. Parar de exigir das pessoas aquilo que nem conquistamos ainda. Não esquecer nunca de agradecer. Agradecer tudo que está em nossa vida nesse momento, inclusive a dor. Por fim, vamos acreditar que não estamos sozinhos um instante sequer. Sempre haverá uma pessoa pensando em você....
Mais uma vitória de Anna Dandy às 21h38
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Nossas escolhas...
A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: "Nós somos a soma das nossas decisões". Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu. Compartilho do ceticismo de Allen: a gente é o que a gente escolhe ser. O destino pouco tem a ver com isso. Desde pequenos aprendemos que ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida". Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser médico, se está abrindo mão de ser piloto de avião. Ao optar pela vida de atriz, será quase impossível conciliar com a arquitetura. No amor, a mesma coisa: Namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances. Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto da vida sem compromisso formal com alguém, apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades. As duas opções têm seus prós e contras: viver sem laços e viver com laços... O que escolher? Beber até cair ou virar vegetariano e budista? Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas. Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada seis meses, ser casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado. Por isso é tão importante o auto conhecimento. Por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos. Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é. Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho: ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido. A estrada é longa e o tempo é curto. A idéia é: Não deixar de fazer nada que se queira, mas ter responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.
Saludos...
Mais uma vitória de Anna Dandy às 21h45
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eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira eu odeio mentira
EU ODEIO MENTIRAAAA!!!!!!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 19h24
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Não precisa mesmo de palavras....
Me fez lembrar que TUDO TEM SEU TEMPO! Basta ler na própria Bíblia Sagrada o que tem a respeito desse assunto --> Eclo 3. Há três versículos aos quais me identifico: tempo de chorar (é só o que faço quando penso na possibilidade de não conseguir algumas coisas que quero... e o tempo passa!), de rir (quando estou com meus amigos, adoro rir de abobrinhas), de amar (quem? quando? onde? não sei...), de nascer (pra tudo que é bom! Ah, se a vida me fosse 100%...), de morrer (inevitável...).
Sei que meu tempo para certos desejos e anseios ainda não chegou, mas porque é tão difícil acreditar que pode ser possível?
Mais uma vitória de Anna Dandy às 20h32
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