"Quando seus sonhos se despedaçarem, varra os pedaços e guarde-os. Pontinhas de esperança podem ser encontradas nas ruínas de sonhos estilhaçados".
Mais uma vitória de Anna Dandy às 17h03
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Abro-me ao novo tempo. Não me importo se ele trás lágrimas ou tormentos, pois se não há vida bela, belos são os momentos que hei de levar da estações dos amores, que floresceram em primaveras ainda que em outonais cores, mas sempre a desfolharem alento. Vale a pena o instante onde cabe tanto em tão pouco espaço, quem sabe, o de um quarto. Valem as chegadas apesar das tristes partidas. Tudo o mar devolve e um dia o amor maior volve nas areia brancas da esperança e, por isso mesmo, vale a pena ousar como criança e se consumir em querer. Se assim não for, melhor morrer, porque mortos já estão os que em solidão vivem em reguardos vãos temendo demais o que vale a pena viver.
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Mais uma vitória de Anna Dandy às 15h49
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Continuando a comentar sobre os “quirkyalones”
Well, pra entender o que estou postando aqui, tem que ler o post anterior, do dia 01 de março.
Sasha Cagen, editora da publicação independente To-Do List Magazine, diz que “os ‘ quirkyalones’ são as peças de um quebra-cabeça que raramente se encaixam em outro quebra-cabeças. Num mundo onde casamentos e bailes de formatura definem a ordem social, são, pela natureza de nossa personalidade e força interior, rebeldes”. Eles são rebeldes sim, já que a maioria das pessoas vê o casamento como norma e quer isso pra si. Provas dessa busca quase sistemática são a indústria de encontros online, os serviços de “encontros expressos” (muito disseminados nos EUA) e programas de TV onde as pessoas vão para encontrar um namorado. É como se as pessoas quisessem um par para obter validação por parte da família, da sociedade e, por que não dizer, de si mesmas. Um “quirkyalone” não é anti-amor nem anti-namoro. É contra o namoro compulsório.
Uma diferença entre um solteiro comum e um “quirkyalone” é que dizer que se é solteiro funciona como uma senha para: “Estou disponível. Quer ser meu par?”. Já o “quirkyalone” vê o fato de estar solteiro como algo natural e não perde tempo em relações medíocres, na qual não sinta de fato uma conexão. “Nós preferiríamos estar sozinhos com nossos próprios pensamentos a estar com um par menos que perfeito. Nós somos quase visceralmente contra relacionamentos casuais”, afirma a escritora. Ou seja, nada de monogamia serial também, em que alguém fica com uma pessoa atrás da outra apenas para não ficar só.
A princípio, um “quirkyalone” é solteiro, porém, mais que um estado civil, é um estado mental. Então, eles se casam? Sim. Têm filhos? Sim. Ser “quirkyalone” é uma maneira de viver, pensar e sentir, então pode haver “quirkyalones” casados, que estão namorando, divorciados, celibatários ou noivos... Podem ser homens ou mulheres, gays ou straights, mas as mulheres normalmente se identificam mais com o conceito porque a pressão social para casar ainda é voltada a elas.
E pra fechar sobre o assunto, “quirkyalones” não são cínicos nem descrentes no amor. Não existem maiores românticos que aqueles que não têm com quem serem românticos. Apesar de serem felizes sozinhos, eles estão abertos às possibilidades. Representam, assim, o aparente paradoxo de ser extremamente modernos (por curtirem a vida de solteiro e valorizarem a individualidade) e extremamente tradicionais, no sentido de quererem encontrar o “the one”, o escolhido ou escolhida que finalmente os entenderá. Que fique claro: não se trata de encontrar uma alma-gêmea como a outra metade que completa você, mas sim uma “parceria vibrante e dinâmica”, de modo que você continue a ser você mesmo.
No site oficial dos “quirkyalones”, você fica sabendo de tudo sobre o livro e a tribo. E se quiser um teste pra saber se você é um “quirkyalone”, clique AQUI. Mas tem que dominar, pelo menos um pouquinho, o inglês, ta?
Mais uma vitória de Anna Dandy às 21h45
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Quirkyalone? Que p* é essa?
É... Um termo que vem pegando para os novos solteiros da parada. Traduzindo para o português, as palavras “quirky”, que quer dizer “pessoas com manias”, e “alone”, que quer dizer “sozinho”, formam uma definição que quer dizer mais ou menos “uma pessoa que se diverte sendo solteira, mas não é contra estar em uma relação, e que prefere estar só a namorar apenas para fazer parte de um par”.
Em outras palavras, “quirkyalones” são pessoas que sabem curtir sua própria companhia, têm espírito otimista e valorizam o auto-respeito, a criatividade e o espírito independente. Eles definitivamente não concordam que seja “impossível ser feliz sozinho” (aqui, sozinho = fora de um romance).
Quer saber mais? Bom, então vou postando aos poucos algumas definições, senão esse post vai ficar enoooooorme e ninguém vai chegar ao fim dele.
“Quirkyalones” são românticos e idealistas ao extremo. Tão românticos que, diante de um convite pra sair com alguém com quem não se identifiquem de verdade, eles preferem ir pra casa arrumar o armário. Por outro lado, a amizade é um valor inquestionável. Eles têm uma forte rede de amigos com quem falam praticamente todos os dias, e que constituem um pilar, uma fonte de apoio mútuo. E, ao contrário do que acontece com muitos solteiros comuns, eles não abrem mão dos amigos por uma pessoa, pois, pra eles, amigos são mais que “um artifício para passar o tempo até que se encontre outra pessoa mais importante. Já dá pra ver que eles são solteiros, mas não solitários.
Será que eu me enquadro?
Mais uma vitória de Anna Dandy às 16h38
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