Ai, eu não agüento!!! Como é que uma pessoa pode ser tão cara de pau a esse ponto? Sr. Delúbio Soares só ficava repetindo e batendo na mesma tecla: “Mantenho a resposta anterior!” que é igual a nada! Acompanhei sem tirar o olho da TV Senado, todas as mentiras que esses senhores falaram na CPMI do Mensalão. É uma vergonha aquilo lá, dá nojo só de pensar na lama que tá lá no topo. Falta pouco mais de um ano para novas eleições. Não quero pensar em partido, agora vou pensar em pessoas. A esperança venceu o medo, mas não deixemos que a corrupção vença a esperança, senão... Já era!
Por que que tudo que é proibido é mais gostoso, hein?
Fortal, eu vou! Iuhhhuuuu!!!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 13h23
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Hhhmmmm.... Lembro de você. Lembro de nós e o começo de tudo, nosso papo gostoso, as mensagens trocadas no celular, nossas saídas, escapadas, os beijos roubados, as noites que passamos juntos, o sexo... Você é lindo por todos os ângulos que eu te observei. Na penumbra do lugar que estávamos, até a chuva parecia gostar. Caía fina e nos refrescava, quase não permitindo que seus pingos no chão nos fizesse barulho. Só cantava. Naquele clima maravilhoso eu te olhava, acariciava teu rosto enquanto você dormia, relaxando depois da explosão... Tento controlar minha ansiedade quando penso em você comigo de novo. Momentos que só nós dois sabemos porque vivemos... Segredos que só nós dois teremos guardados no coração...


"Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila: tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco. Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.'' (Oscar Wilde)

Amigos orkuteiros, do trabalho, do espanhol, do inglês, da academia, das faculdades UECE e USP, do blog e fotoblog, amigos que passaram em minha vida como folhas ao vento e os que ficaram como galhos de uma árvore frondosa... FELIZ DIA DO AMIGO!
Amo vocês! 
Mais uma vitória de Anna Dandy às 00h28
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Ser transparente, ô coisa difícil!
Cara, venho acompanhando essa lama de corrupção que toma conta da nossa política, essa ganância que corrompe os corações das pessoas, essa mentira que faz com que uns joguem a batata quente para o outro. Mentira essa que faz com que nós, cidadãos, fiquemos a nos perguntar: afinal, a culpa é de quem? E o nosso iluminado Presidente da República, tudo ou nada tem a ver com isso? Até onde se sabe a verdade? E o que é a verdade?
Os que se encontram com o rabinho preso preferem não se expor diante de uma CPI sem um Habeas Corpus, receosos por não serem traídos pelas próprias palavras e assim, garantirem que não serão presos em flagrante. Isso é um absurdo!!!
Pensando nisso e também na vida humana, no nosso dia-a-dia, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente, porque é tão fácil encontrar Marcos Valérios, Delúbios Soares e Silvios Pereiras entre nós... Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso. É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar o que se sente, é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas. É permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas infelizmente e quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza de expor toda a fragilidade humana. Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser. Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas à simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo.
Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção. E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos. Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado. Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar: a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos, daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar àqueles que mais amamos!
Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: "Você está me machucando... pode parar, por favor?". Aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menor que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...
Ah, se nossa política fosse transparente! Ah, se tivéssemos políticos (e até pessoas comuns entre nós) que seguissem o que está escrito aqui, que não prendessem o choro, não desejassem parecer tão invencíveis, não tentassem controlar tanto, não enrolassem tanto, a ponto de fazer com que nós, cidadãos comuns e infelizmente dependentes de quem mande nisso aqui, conseguíssemos viver, sentir, amar...
Quimera!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 02h02
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Fim de semana agitado. O terceiro de minhas férias. Depois de quinze dias sem fazer praticamente nada (e isso eu me refiro ao trabalho nas escolas), finalmente estou sentindo o prazer do que é ficar em casa, anestesiada que estava pelo compromisso e agitação diários das salas de aula.
Não menos agitado que dias de trabalho, até que está dando pra curtir as férias. Sábado passado saí pra balada, é lógico! Point? Tá Bonito, é lóóógico, que aos poucos vai conquistando o público do Cantinho e Clube do Vaqueiro! Festa da TAM, ô lugar massa, barão! Lotadaço dentro e fora, gente bonita, forró, muito forró pé-de-serra, obviamente que com duas atrações boas: Valdonys e Dorgival Dantas. Após isso, passei rapidamente com meus amigos no América Beer, onde o Diamante Cor de Rosa dava o ar da sua graça, meio sem graça para os que já estão acostumados com o repertório da banda. A parte boa dessa história foi ter conhecido um português “¡muy guapo, oye!”...
Domingo: praia. Barraca Vira Verão. O dia todo. Sol, mar, areia, “crabs”, cervas, amigos, papo gostoso, olhares, sorrisos... Tempo também para um sorvete ao voltar pra casa, ver Pânico na TV, banho, comer algo e cama! Meu corpo não quis responder ao comando de acordar de madrugada para ver o time brasileiro feminino de vôlei brilhar! Pena... Mas valeu!
Abaixo, duas fotos do pessoal desmantelado que estava por lá. Será que sentirei falta disso tudo?

Filipe (colega do Rio de Janeiro), Lorena e Selmara

Cícero, bebendo e tomando todas! rsrsrs
Mais uma vitória de Anna Dandy às 16h31
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Putz, que legal quando consigo interagir com pessoas, mesmo que por e-mail. Talvez algumas delas prefiram manter a privacidade do que expor alguma opinião no espaço comentários. Mas pra mim não importa, a essência é a mesma. E sobre o post do dia 13 de julho, olha que massa:
Acho que as nossas sensações e sentimentos precisam ultrapassar as noções de tempo, espaço, território, forma e exatidão... É difícil conceituar e qualificar os sentimentos, porque são uma energia imensurável e intangível... São múltiplos, surpreendentes e contraditórios, mas não, necessariamente, incoerentes... Portanto, prefiro acreditar nos poetas que dizem que a vida deve ser vivida, mais do que compreendida...
Um bom fim de semana a todos. ¡Hasta lunes!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 23h35
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Ciumenta não... Cuidadosa!
Cuidadosa com o quê? Com a idéia do ciúme se manifestar em público?
Tá, eu amo um cara e ele também me ama. Um dia, eu o vejo sendo atraído por uma outra mulher... Aí a comparação começa. Então ele está me deixando? Então ele encontrou alguém que é melhor que eu? Então ele encontrou alguém que é mais bela que eu? Pode-se não perceber muito claramente, mas é exatamente isso que cria o ciúme: essa idéia que alguém pode ser melhor, que alguém pode ser mais bela, que alguém pode atrair o seu parceiro mais do que você mesma. Isso cria uma sensação interna de inferioridade e a gente começa a sentir ciúme. Achei super interessante um trecho de Osho - Far Beyond the Stars - a Darshan Diary, que tratou com muita propriedade sobre esse tema. Para os curiosos de plantão, segue abaixo um pouco do que diz lá:
"Não ter qualquer ciúme só é possível quando você vier a aceitar a si mesma tão completamente que não exista mais qualquer comparação, quando você não se comparar com mais ninguém. Mesmo se o seu namorado se aproximar de alguma outra pessoa, isso não criará qualquer comparação. É apenas o simples fato de que ele se tornou atraído por aquela mulher. Isso não lhe traz nenhum conflito com a outra mulher, isso não diz respeito a você. Isso diz respeito ao homem, nada a respeito de você, isso não se refere a você, absolutamente. Mas isso só é possível quando você se tornar tão integrada que você pode viver sem um namorado, você pode viver sem estar sendo amada e ainda assim se sentir tão feliz quanto se sente sendo amada; quando o amor não for mais uma necessidade, mas simplesmente uma alegria. Se você está sendo amada, tudo bem. Se você não está sendo amada, tudo está perfeitamente bem. Você não está atrás disso. Não há qualquer ego carente e você não faz disso uma viagem de ego. Quando o amor não é uma busca, não é uma necessidade, mas um compartilhar, ele tem uma tremenda beleza. Aí, ninguém estará preocupado se ele vai ou não durar para sempre. Se ele acontecer apenas por este momento já será ótimo, a pessoa compartilha. Se amanhã você encontrar de novo com esse homem e ele estiver pronto para se encontrar com você, você compartilha novamente, caso contrário, dê um tchau. Agradeça a ele porque houve um momento em que você compartilhou e foi um momento feliz e você não quer fazer disso uma coisa permanente. A idéia de fazer alguma coisa permanente surge apenas porque você está movida pela necessidade. Você está com medo, esse homem deu felicidade a você e amanhã, se ele disser não, você ficará de novo infeliz. Assim, você procura dar um jeito para que amanhã ele não possa escapar. Tranque a porta! Mas uma vez que a porta esteja trancada, aquela energia não estará mais presente, nem mesmo neste exato momento, porque o amor acontece apenas em liberdade. Um dia, através do aprendizado, experimentando muitos relacionamentos, a pessoa se torna madura. Então o ciúme desaparece. Então você estará simplesmente feliz se esse homem vier e compartilhar a sua energia com você, ou se ele quiser compartilhar com alguma outra pessoa, você estará feliz. Essa é a liberdade dele, você nada tem a ver com isso. Somente nós somos os mestres de nós mesmos e ninguém mais deve pretender ser o mestre de outras pessoas. Quando a liberdade é deixada intacta, o amor cresce infinitamente".
Mais uma vitória de Anna Dandy às 23h28
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Sempre tive prazer na leitura e na escrita. Quando pequena já gostava de registrar bobagens próprias da idade. À medida que o tempo passou, a bobagem passou também. Depois foi virando coisa séria, como os registros em agendas profissionais de reuniões e prazos de entrega. Sei que isso me fez perceber esse prazer e me estranha quando alguém confessa não gostar de ler ou escrever. Acho que é impossível alguém não gostar pelo menos de ler. É como dizer que não gosta de namorar. Você só não achou o namoro certo. Os livros também têm os leitores certos para cada um deles. Sabe, analisando por esse prisma e embargando um pouquinho o que sinto agora, palavras são sempre tão limitadas para expressar os sentimentos, que é preciso muita coisa escrita e lida para se fazer entender. Porque sim, os sentimentos são muito mais diversos e coloridos do que as palavras que temos. Sentimos falta. De muitas coisas, de algum jeito, e isso dói. Dói de mil jeitos também, em diferentes partes do corpo. É um sentir sem sentir, querer a atenção, o abraço, o afago, o beijo, o sexo, o cheiro, querer ao menos o perto de estar perto, e no entanto, só temos para expressar toda essa confusão de querer, a palavra “saudade”. Ou a palavra “falta”, que também pode ser usada. Mas fica aí, parada, escrita ou dita sem que a outra pessoa faça idéia do rebuliço que isso causa bem dentro da gente. E a palavra “amor”?! Ihh essa é a pior. Imagine se eu posso dizer que amo minha família… Eu gosto demais, eu amo sim, mas eu também adoro, e eu detesto às vezes, e por isso depois eu vejo que amo de novo, e eu conto com eles também pro que der e vier e… Bah! Dizer só “amo!” soa tão pobre perto da riqueza deste sentimento, não é verdade? Tem algumas, claro, que tudo bem. Por exemplo, quando alguém diz que tal lugar é perto da esquina. Ok, se você sabe onde é a esquina, a palavra “perto” disse o que tinha que dizer. Você entendeu, não é? Agora vá entender o que eu digo, quando digo que o meu amor é bonito. Você não vai entender nada, mano! Não faz idéia do que essa palavra significa quando falo “bonito” referindo-se ao meu amor. Não conseguirá conceber a beleza da qual eu me refiro. Ou a intensidade do meu amor a ponto de ele se tornar bonito. Mas esta é a palavra que eu tenho… Pobre né? Acho que essa foi uma forma de Deus mostrar quão pequenos podemos ser perante a criação dele. Porque as palavras somos nós quem as criamos. Já os sentimentos ele fez sabe-se lá como, e pôs dentro da gente. Sabe-se lá como também...
E por sinal, meu amor não é bonito não. Ele é lindo! E mais: intenso, verdadeiro! Como provar sem recorrer a elas, pobres palavras??? (É... Você mesmo que recebeu meu e-mail pra ler este post) Te adoro, viu?
Aos outros mortais... ¡Saludos y hasta pronto!
(Post ao som de Men at Work: Everything I Need)
Mais uma vitória de Anna Dandy às 23h16
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Well, estou com a net de volta ao meu doce larzinho... Aaaahhh... Como soa agradável aos meus ouvidos esta primeira afirmação, sinônimo de “não preciso da net do trabalho nem das lans, por enquanto”. Melhor ainda quando isso se transforma no meu prazer de jogar palavras neste espaço tão meu e ao mesmo tempo tão de todo mundo, tão quase empoeirado pelo esquecimento e forçado desprezo. De férias então! Vou abusar dessa graça enquanto ela não passa...
Este fim de semana estive em Pacoti, aquela serra maravilhosa. Uma foto da turma “desmantelada” que estava comigo lá encontra-se no meu fotoblog (ß procura aí na coluna do lado e clica!). Foi legal estar na companhia da Lu, Kildare, rever amigos por lá como Edi, Eri, o Gleudson “Marcos Mion”. A pequena, pacata e mais linda cidade do maciço ficou pequena pra abrigar tanta gente. Muito turista, muita gente bonita, muitas flores.
Já estava decidida a ir no tão divulgado Festival das Flores, especificamente no sábado, porque na sexta-feira queria ver aquele moço lindo que invade meus pensamentos o tempo inteiro. Infelizmente ele teve que trabalhar deste dia até domingo e muito longe. Então, uma noite de sexta-feira sem vinho, sem ele, sem algo mais, sem Limão com Mel (Onde eu estava com a cabeça que desperdicei o convite da Babi???), só promessa de chuva (conseqüentemente o show da citada banda deve ter sido muito massa!), só o friozinho que prometia friozão na serra... Depois de tudo isso, fui dormir.
No sábado, de malas prontas pra subir a serra, lá vamos nós! Não poderia esquecer nada: câmera digital, roupas básicas de frio, maquiagem, estava tudo no ponto. Quando chegamos, foi só o tempo pra me sentir verdadeiramente acolhida pelas irmãs Eri e Edi, me arrumar muito fashion e rumar pro pólo, onde havia o palco principal que aconteceria, entre outras atrações, a apresentação do David Duarte. Enquanto o show dele não rolava, eu circulava pelo lugar, quase não encontrando calçada pra caminhar numa linha reta. Na praça, outro palco menor e outras apresentações. Na verdade, descobertas de novos talentos. Provei do tal “goiabão” (ô negócio gostoso, sô!) pra me animar e não deu outra: quando David Duarte subiu no palco interpretando as melhores do Lulu Santos, não dava pra ficar parada. Dancei muuuuuuuito......!!!! E o Adriano Azevedo (poxa, amiguinho, como a gente se encontra! Eu acho isso “ótemo”!), que é daqui, também por lá arrasando na sua bateria... No fim do show, a música “O Que Eu Queria” pra lembrar o Noite Afora, o guardanapo - rsrsrs, a música de barzinho e violão, lembrar dele enfim...
O Que Eu Queria
Uma hora eu queria lhe entender Eu queria era lhe dar um passeio Um segundo poderia revelar Tudo o que eu queria agora era um sonho Por um minuto eu só queria lhe dizer Eu queria era lhe dar um presente
A gente sente quando vem e paixão A gente sabe se é tesão ou brincadeira A gente sente quando vem e é amor O que eu queria eu queria era de qualquer maneira, era de qualquer maneira
Uma hora eu queria lhe esquecer Eu queria nem saber o que eu quero A semana poderia nem passar Mais eu espero ver você no domingo Por um instante eu só queria estar ai Eu queria era arranjar um motivo
A gente sabe quando nem é ilusão A gente sabe se é mais forte que aventura A gente sente quando vem e é amor O que eu queria eu queria como se fosse loucura, como se fosse loucura
Segundo round: forró!!! Ginásio lotadaço! Forró até o amanhecer. Não é preciso dizer a que horas tentei dormir, né? Sim, porque nem bem encostei a cabeça no travesseiro, e a alvorada com Banda de Música de Pacoti, Banda Som das Águas de Guaramiranga e Banda de Música de Baturité iniciou. Inevitável mesmo pensar em tirar um sono. Mas até que valeu, pois tivemos que voltar mais ou menos duas da tarde, para o Kildare resolver seus probleminhas em Fortaleza.
Um pouco de gás pra ver Pânico na TV até metade e fim do dia. Desmaiei...
See ya...
Mais uma vitória de Anna Dandy às 16h47
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Esta sou eu, relaxando no primeiro fim de semana de minhas férias.... Ahahahahahahahaha


Caminha boa de dormir... Pensamentos que me levam ao primeiro dia, sexta feira. Pense numa noite gostosa!!! 
Mais uma vitória de Anna Dandy às 21h50
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FÉRIAS finalmente! Por essa razão todos os posts deste mês serão de cor yellow. Por sinal, minha frequência (que já não é muita) por aqui será mais rara nesta época do ano, pois quero aproveitar meu descanso. Eu mereço tbm, não? Então... ¡Saludos e hasta pronto!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 13h01
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