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GUERREIRA
[De guerra + -eiro.]


Adj.
1. Referente a, ou próprio da guerra.
2. Combativa; armipotente.

S. m.
3. Pessoa que guerreia.
4. Aquela que tem ânimo belicoso.
5. Aquela que exerce a profissão das armas.
6. Bras. Pessoa intrépida, batalhadora.


.::QUEM SOU?::.


Nome: Anna Christina
Apelido: Dandy, Chris Marley, Anninha ou Anna Dandy
Cidade: Fortaleza/CE
Aniversário: 25 de Setembro
Signo: Libra
Cor: Preto ou vermelho, tenho predileção pelas duas
Instrumento Musical: Violão
Carro: Fiesta
Estação do Ano: Primavera
Desenho Animado: Oh! My Goddess!
Filme: "A Sociedade dos Poetas Mortos" e mais recentemente, "Forrest Gump"
Animal: Meu cão Zezim (in memorian)
Doce: Chocolate
Prato: Comida italiana
Bebida: Vinho e Saint Remy
Praia: Jericoacoara/CE
Lugar: Serra de Pacoti/CE
Perfume: Natura
Livro: Bíblia
Sempre levo na bolsa: Além de batom e escova? Uma caneta!
O que olho primeiro nele: Olhos, depois boca
Mito: Ayrton Senna
Ator: Keanu Reeves
Cantor: Bon Jovi
Escritor: Luis Fernando Veríssimo
Acredito: No Deus Desconhecido de São Lucas
Gosto: Sair, ler, ver um bom filme, sexo, jogar Conquer
Não Gosto: Mentiras


" Em qualquer situação, dirija-se ao amor. Só o amor possui o correto entendimento de todas as coisas e fala, em silêncio, a linguagem de todos os idiomas."

Quer saber? Eu AMO meu esposo! Dod & Dandy forever!!!



.::MEU HUMOR::.




.::MÚSICA::.


 

Locais:
Alegoria da Caverna
David Duarte


Nacionais:
Biquini Cavadão
Cazuza
Chiclete com Banana
Cidade Negra
Engenheiros do Hawaii
Kid Abelha
Legião Urbana
Limão com Mel
Lobão
Pato Fu
Rita Lee
Skank
Titãs


Internacionais:
A-teens
Acqua
Avril Lavigne
Bon Jovi
Dixie Chicks
Everything But The Girl
Roxette
Savage Garden
Shania Twain
The 50´s, 60´s and 80´s
The Beatles
U2


Espirituais:
Amy Grant
Genrosso
Grão de Trigo
Mensagem Brasil
Recado
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.::AMIGOS::.




Ceará:
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Armário da CA

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Homens... esse seres esquisitos!

Fico pensando se são eles mesmos os responsáveis pelos estragos todos nos relacionamentos.
E fico pensando o que podíamos fazer para ser diferente. Acho que aí é que mora o erro.
É tão difícil aceitar que, as vezes, não podemos fazer nada. Temos uma mania de querer consertar o cara, trazê-lo para mais perto da gente, mostrar o quanto somos boas mulheres: inteligente, amiga, divertida, sexy e tudo mais que ele ainda não viu.
E lá vamos nós provar. Acreditamos que tudo pode mudar. Basta ele te ver com aquela roupinha insinuante, aquele decote tudo de bom, ou é só ele perceber que você é uma baita companheira e para isso basta deixar tulipas vermelhas na porta da casa dele. Vai ser a última tentativa, não é?
Não queremos acreditar que pode não ser nada disso. Ele já viu que você é supimpa, mas não quer para ele. Ele sabe que o namoro dele está desgastado (sabe-se lá se é mesmo namoro, hein!), mas ele escolhe continuar assim, pra não ter que escolher nada. Porque homem não se mobiliza, e nós nos mobilizamos demais.
Quantas vezes não juramos que só vamos ligar pra dizer que não queremos mais que ele nos ligue... É, não faz o menos sentido, mas e daí?
Precisamos fazer alguma coisa.
E eu acho que estamos um pouco erradas também. Porque não conseguimos fazer alguma coisa por nós mesmas tipo esquecer isso, ao menos hoje.
Não, deixamos as coisas serem assim, e esquecemos a célebre frase: “Só existe um opressor porque existe um oprimido”.
E tem sido assim por anos. Desde que a princesa largou tudo pra subir no cavalo branco do príncipe. E você já viu o príncipe largar coisa alguma?
Nos deixamos de lado por eles: trocamos o perfume se ele pedir, deixamos de cortar o cabelo porque ele prefere comprido, adiamos a saída com as amigas se ele ligar, e até levantamos no meio da noite se ele chamar, porque o amor está acima de tudo pra gente.
É só ver na capa das revistas femininas: “Cem dicas para conquistar um homem”, “Os lugares que eles freqüentam”, “Eles confessam a melhor forma para você se aproximar”, "As posições que enlouquecem seu homem" e por aí vai. Enquanto na capa da Playboy, estão as curvas da Natália Nara, que não fala nada! E não há uma revista destinada ao público masculino que diga: “As mulheres confessam que roupa você deve vestir para conquistá-la”. Primeiro porque eles não estão nem aí. Querem saber de carros, de futebol, de política enfim, um milhão de coisas que não somos nós. E em segundo porque nós já estamos fazendo de tudo para conquistá-los, então eles não precisam se dar ao trabalho.
Talvez precisássemos pegar carona e aprender um pouco com quem nos faz sofrer tanto. Talvez também devêssemos nos interessar por outras coisas, e tirá-los do centro das nossas vidas.
E isso não é um manifesto feminista. É uma crítica sim, à forma como nos ensinaram as coisas. É uma crítica aos contos de fada, à nossa educação, às revistas femininas, às masculinas também.
É, acima de tudo, uma crítica ao desequilíbrio.




Mais uma vitória de Anna Dandy às 12h10
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Não sei que diabos essa historinha veio parar na minha caixa de e-mails, mas é sempre bom refletir para o lado melhor da vida...

"Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!
As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você...ela está em suas mãos."

Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
Somos nós os responsáveis por aquilo que cativamos (ou não conquistamos).
Muito do que acontece com a gente, nossas decisões ou o que queremos para nós está em nossas próprias mãos, como a borboleta azul...
Cabe a nós escolher o que fazer com ela.
(Autor Desconhecido)




Mais uma vitória de Anna Dandy às 06h47
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Caramba! Tinha que acontecer um dia.. Lugares pequenos e superlotados só dá nisso mesmo. O chato foi ter sido notícia nacional. Bom, parece que meu sexto sentido falou outra vez, quando tive o impulso de não sair pra lugar nenhum este fim de semana. Mesmo curtindo muito forró, Biquini Cavadão, mas nada disso me atraiu estes três últimos dias. Pelo menos dessa vez... O dia amanheceu meio que parecido comigo hoje... Semana pra se respirar trabalho e acostumar-se com a velha rotina trabalho-casa-trabalho-academia-casa, e tudo de novo...

 




Mais uma vitória de Anna Dandy às 06h14
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Ôrra, meu!

“No vão das coisas que eu te disse
Não cabe mais sermos somente amigos
E quando eu falo que eu já nem quero
A frase fica pelo avesso
Meio na contra-mão
E quando finjo que esqueço
Eu não esqueci nada...” (Ana Carolina)

 

Fim. Do momento em que os corpos se separam, e o coração não se acostuma. Mas mais do que isso, trata-se de diferenças desconhecidas, escondidas, camufladas, ou até mesmo escancaradas. Trata-se do que eu evito, como o diabo evita a cruz: mentiras, omissões.
Lembra-me uma frase, cujo autor não me recordo: “Às vezes é preciso conhecer alguém muito bem, para percebermos que ele nos é um estranho”. Tá, não se precisa conhecer muito bem, como também não precisa se conhecer numa briga. Pode ser só uma frase, só uma opinião ou uma desculpa absurda, só um esquecimento, ou então um silêncio na hora errada. Qualquer comportamento estranho, que machucar...
Como ele pôde? Daí o coração fala e tenta amenizar: “Não, não ele... O namorado da sua amiga talvez, mas não ele, ele não pode ser tudo isso diferente de você! É muito, é mais do que você tinha visto, ninguém te avisou disso, oras!”

E toda essa indignação machuca sim, mas a dor não vem pelo que se acabou de descobrir. Se fossem só as diferenças, só a omissão, só os esporádicos encontros de fim de semana, a minha paciência diante da jornada pesada de trabalho dele (e eu até compreendia), todos (ou quase todos) os problemas estariam resolvidos. O que machuca é o que ainda tem de bom. Dói pelas semelhanças encantadoras que, essas sim, saíam pelos poros desde o meu primeiro olhar. A gente sabe o que fazer com as diferenças, mas ficamos de mãos atadas diante da parte linda. Não posso negar também que tive uma parcela de culpa por me permitir envolver. Então me caiu a decepção, agora me pego chorando por um cafajeste! Como pode?
Pode, porque aquele cafajeste ainda consegue ser cheiroso, ainda beija bem, tem uma boca maravilhosa, sabe ter pegada, sabe deixar uma mulher feliz na cama...
É... Diferenças são assim, agregam, mas machucam se forem demais. Quisera pode cantar mais vezes como Caetano:
“já cheguei a me trocar diversas vezes por você, só pra ver se te encontro”. Não, não... Agora vou me procurar de novo...




Mais uma vitória de Anna Dandy às 12h29
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Mais uma vitória de Anna Dandy às 12h26
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Antagônicos...

Desde criança sentimos frio, às vezes. E às vezes sentimos calor. E acabamos por perceber que quando sentimos um, não sentimos o outro. Se você está com frio, vai lá e veste um casaco. Se estiver com calor, blusa de alcinha. E pronto. A gente não tem dois sentimentos diferentes ao mesmo tempo, certo?
Errado. Algumas coisas simplesmente não funcionam como deveriam.
Você gosta de alguém. Gosta mesmo, de coração. Ele é legal, cuidadoso, atencioso, mas às vezes você cansa um pouco e diz que não quer mais. Ainda bem que antes de avisá-lo você diz pra você mesma: "sou eu que não quero...mas eu quero". Frase maluca? Escutamos e dizemos a baciadas...
Esse é só alguns dos exemplos de como somos contraditórios. De como existem forças arrebatadoras dentro da gente, atirando para alvos distintos. Dançamos essa música estranha e acabamos por sofrer, clamando por coêrencia, como se os fatos fossem coerentes com você, como se as peças que a vida prega na gente fizessem algum sentido, viessem em ordem númerica, encadernado e em 5 línguas.
Não, as coisas não são assim. Nós não somos assim. Gostamos sim, amamos até, queremos estar perto por um momento, algumas horas, noites, quem sabe por toda vida, mas talvez amanhã você prefira ver o filme sozinha. E, falemos a verdade, talvez haja ainda uma outra preferência, por ver o filme com aquele cara que não tem nada a ver e que você anda pensando... Bem, não quer não, mas bem que podia ser legal...
Tem uma questão de imaturidade quando somos indecisos. Outra: jeito de aprender. Mas algumas vezes se trata mesmo é de contradição dentro da gente.
Há algumas passagens na Biblía relatando como Deus chamou o Diabo. Uma delas Ele disse: "Legião". Legião, porque tem muitas caras, porque não é um, são muitos. Acredito que temos sim, nossos momentos infernais onde vestimos as roupas de uma legião.
A verdade é que a vida nos dá muitas opções. Mais do que a gente aprendeu. Achávamos que um dia, andando por aí, ia aparecer um homem cheiroso com luzes de neon piscando na testa: "alma gêmea, alma gêmea, alma gêmea", e íamos só amá-lo por toda uma vida. Mas uma vida pode ser longa e curta às vezes, e nós nos vemos legião. Pessoas comuns paralisadas na frente do ármario sem saber que roupar vestir de repente, porque sentimos sim, frio e calor ao mesmo tempo.




Mais uma vitória de Anna Dandy às 11h53
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Tento achar palavras pra escrever algum post sobre esse fim de semana, mas não consigo tirar nada da minha cabeça. Então vou resumir com simples e poucas letrinhas. Minha sexta foi massa, Limão com muito Mel. Meu domingo foi massa, níver da Clecinha no Cocobambu, Dia do Assistente Social (homenagem a mim mesma - ehehe). Agora meu sábado é que empanca. Eu sinceramente queria falar tudo de bom e não dá! Só sei dizer que eu a-d-o-r-e-i, nada acontece por acaso.

P.S. Se for pra falar algo mais que isso, quero dizer no seu ouvido...




Mais uma vitória de Anna Dandy às 11h43
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Bom fim de semana a todos......................




Mais uma vitória de Anna Dandy às 10h54
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Se existe Dios, debe acordarse de mí, aunque sé que entre él y yo el cielo tiene sólo nubes negras...       
Si mi ha permiso le rogaré, le buscaré, lo juro... le encontraré,
aunque tuviera que buscar en un millón de estrellas.     
En esta vida oscura, absurda sin él, siento que se ha convertido en centro y fin de todo mi universo.     
Si el amor tiene límite, hay un vacío inmenso de mis noches. 
Le quiero y amaré,            
Como me puedo amar la vez primera,
Que um beso suyo es una vida entera,   
Sinto como me pierdo por él...




Mais uma vitória de Anna Dandy às 10h46
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Que caos!


Definitivamente nossa cidade não está estruturada para tempos de chuva. Nem pessoas como eu, acostumada que sou com meu amigo sol. Basta uma noite de chuva e mais um pouco pra desgovernar tudo e todos. Trânsito parado, água acumulada, atraso nos horários de chegada dos alunos e funcionários. Mesmo morando próximo ao meu trabalho, não consegui ser pontual, sem falar na minha roupa ensopada! Bom, mas se for pra chover, que chova muito hoje pra nada no mundo atrapalhar o show da Limão com Mel amanhã com Forró Real e Zabumbada. E se cair água, vai ser muito forró debaixo d´água, porque não pretendo desistir dessa curtição boa que é dançar muuuuito! Nossa, desde o ano passado que não vou a um show deles! Vou matar saudades...


Ah, aos meus amiguinhos desavisados das noitadas, Biquini Cavadão vem aí para a calourada da UNIFOR. Portanto, não se assustem se eu começar a buzinar os ouvidos de vocês para comprarem seus ingressos, viu!


Adriano, Bárbara e Sel, valeu pela agradável conversa na tarde de ontem pelo MSN. Hoje tem “crabs”, que tal irmos juntos!



P.S. Perceberam que hoje estou meio sem assunto, né... Então...




Mais uma vitória de Anna Dandy às 11h49
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Mais uma vitória de Anna Dandy às 10h38
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Ontem tirei pra deitar no sofá e ver os telejornais, vários deles, já que cada um mostra a matéria do seu ponto de vista. Violência, política, assuntos financeiros, assuntos que fazem parte de nossa vida diária. Chamou minha atenção em um dos jornais, uma matéria daquelas pessoas deficientes e que fazem arte. Tocam algum tipo de instrumento com os pés ou pintam um belíssimo quadro com a boca. Fiquei pensando se eu tinha toda essa força deles pra tocar meu violão sem meus braços. Então, num momento romântico raro de minha vida, fui pegar meu violão no canto do quarto pra dedilhar as cordas e melodiar alguma coisa. Voltei à mente algumas músicas batidas dos anos 80 que eu morria de tocar, algumas outras músicas da banda que toquei e cantei, e “Don´t Know Why”, de Norah Jones. Essa última apertei o automático. Tocava, tocava e tocava de novo. Acho que me perdi nas horas, percebi que em minha solidão fiquei bem, relaxada. Perguntava-me a quanto tempo não parava pra tentar curtir meu nada, o silêncio do meu quarto vazio e o som da minha voz desgastada nas salas de aulas, longe de ser aquela voz aveludada das minhas aulas de canto. O resultado daquela matéria do jornal foi a reflexão sobre a valorização que deveria dar sobretudo ao que tenho e o que sou, do jeito que sou; e claro, uma boa noite de sono. Porque até nas imperfeições, tudo que Deus faz, diz e escreve é perfeito...

 

  




Mais uma vitória de Anna Dandy às 08h14
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Mais uma vitória de Anna Dandy às 05h38
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Abaixo um só dia das mães!

Quase todas as pessoas quando pensam em "mãe" experimentam um sentimento doce e terno que invade a alma e faz brotar lembranças acomodadas. Nem todas positivas, edificantes, mas, sem dúvida, "mãe", na maioria das vezes, personifica uma virtude que está em falta hoje em dia em qualquer nível de relacionamento, desde interpessoal até do homem para com ele mesmo: o amor!

Basta abrirmos os olhos para encontrarmos histórias de amor materno que comprovam esta declaração. Quantas mães que por amor se submetem a tratamentos hostis, desiguais, vexatórios, escravisadores, que as levam a abrir mão de sua individualidade e, até, dignidade, para defenderem a nós, os seus filhos. Tudo por amor. Por isso um único dia separado para homenagearmos as mães não é justo nem coerente.

Se cada um dos filhos reconhecesse este amor de uma maneira mais humana e menos materialista, abençoando suas mães com reconhecimento, atenção e carinho de perto, presente, certamente notariam a insuficiência desta única data e passariam a valorizar essa pessoa que inspira e faz tanta diferença em nossas vidas.

Uma homenagem a você, minha mãe, até pelas nossas gritantes diferenças, e por muitas vezes, em minhas cabeçadas não saber reconhecer seu valor. Feliz dia das mães!




Mais uma vitória de Anna Dandy às 12h47
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De todos os nossos direitos, pior pra mim é o direito de escolha.
Não, não é nada difícil escolher sorvete de chocolate com cobertura do mesmo sabor. Pra uma "chocoholic" que nem eu isso é super simples. Assim como escolher outros bons sabores, e também tortinhas, bolos, enfim… Uma infinidade de sabores e sensações que a vida nos proporciona, sem que possamos tê-las todas.
Cruel mesmo é, não o direito de escolha, mas a vastidão das opções. Queremos todas as possibilidades, sem saber que todas não inclui a ideal. Passamos anos alimentando a idéia de que escolheremos o emprego, o namorado, o estilo de vida, a louça, o destino. Em vão. Não acharemos nunca o que procuramos. Deixaremos de experimentar possibilidades incríveis jurando que achamos a certa, sem saber que não existe a certa.

Isso é o injusto: A mesa posta com todos os doces do mundo, ainda é menor do que os doces que sonhamos. E nos é dada a ilusão da escolha, mas não a temos de fato. Temos uma escolha gigantesca frente à realidade, mas escolha nenhuma frente aos nossos sonhos...




Mais uma vitória de Anna Dandy às 00h39
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Passeando nesse imenso leque de informações virtuais, li na página da Sandrinha a respeito da velhice, sobre uma frase de Antonio Abujamra que dizia: nascer leva muito tempo. E leva mesmo. Leva muito tempo para entendermos o movimento do mundo, leva muito tempo para aprendermos a lidar com nossos sentimentos, leva muito tempo para descobrirmos o que buscamos, às vezes uma existência é pouco para tantas indagações.

Mas o tempo é implacável, não espera a vida, ele se alimenta dela. Nascer e morrer é um movimento natural no universo. Tudo nasce, tudo morre e tudo renasce, de uma forma ou de outra. E a nossa curta jornada se realimenta de nós mesmos: crescemos, aprendemos, duvidamos, entendemos e finalmente começamos a nascer para a vida. Uma pena que às vezes as respostas chegam muito depois do que pretendíamos. Mas talvez se elas chegassem antes, não estaríamos prontos para compreendê-las.

E agora que nasci trouxe alguns aprendizados da vida: um deles é que a ansiedade e a urgência não combinam com o ritmo do universo. Nada acontece antes, nada estanca o relógio do tempo nem o faz voltar atrás. Tudo tem sua hora, seu instante. E cada instante é fundamental e necessário para o nosso amadurecimento. Não podemos nunca nos esquecer disto, precisamos aproveitar cada momento para interpretar nossa existência e entender que o mundo à nossa volta está nos servindo de sinais: precisamos estar atentos a eles.

E o maior aprendizado que eu trago é que para ser feliz é preciso perder o medo de ser infeliz. Que venha a velhice porque eu quero cada vez mais crescer em mim. ¡Saludos! 




Mais uma vitória de Anna Dandy às 11h22
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Stand by me...

Talvez não fosse a hora, mas a menina sonhadora preferiu abrir o jogo. A coisa que começara numa brincadeira, agora lhe pertubava o pensamento. Pensava nele por alguns minutos, horas, depois dias, e logo em seguida evitava. "Obviamente que não posso continuar alimentando isso...", falava consigo mesma, muito embora seu coração não concordasse muito com aquela afirmação. Então a hora se aproximava. Como dizer a ele que queria ficar com ele? Como convencê-lo a tentar viver uma relação de cumplicidade, carinho, sexo, respeito? Nas poucas horas vagas de ambos, curtir filme com pipoca e refrigerante deitados numa cama quentinha ou caminhar pela praia num fim de tarde pra conversar bobagem? Ou ainda realizar as fantasias sexuais prometidas um ao outro? Como demonstrar a intensidade de todo seu desejo? Aquele menino do sotaque lindo era tudo que ela sonhava pra si, mas o jeito dela certinho demais acabou falando mais alto. E deixou espaço, deixou livre. Ah, essa tal liberdade... "Mas ele não era nada seu!" acusa a consciência da menina sonhadora. Eu sei, eu sei... Referia-se a liberdade de escolha, mesmo não sendo nada. Ser... E essa tal liberdade consiste em fazer o que se deve e não o que se quer, e ainda: não usar relógio. "Não, não era assim que eu queria", pensava ela. Mas de que modo então? No rádio da lanchonete uma música, daquela banda que lhe perseguia sempre apesar dela não gostar muito. E a música soou diferente naquela noite, falava por ela em forma de canção. E ela ouviu bem. Ele também.

"Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito / Nem que seja só pra te levar pra casa / Depois de um dia normal / Olhar teus olhos de promessas fáceis / E te beijar a boca de um jeito que te faça rir (...) Hoje preciso de você com qualquer humor, com qualquer sorriso / Hoje só tua presença vai me deixar feliz.."

O fim dessa história? Só o tempo pra dizer. Por enquanto, o lógico: caminhar..




Mais uma vitória de Anna Dandy às 22h52
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