Das coisas que aprendemos, cedo ou tarde
Palavras da minha colega Lu: "O amor não é um achado, é uma construção". Se você é real, por que você não vem?
Mais uma vitória de Anna Dandy às 12h36
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Semana passada. Em uma determinada aula, um aluno estava na tentativa de perguntar em uma dinâmica, o nome de alguém em inglês:
Eu: Então... Você deve chegar pra ele e dizer “what´s your name?”...
(O menino permanece mudo, olhando pra mim)
Eu: Você não vai perguntar?
O menino balbuciou qualquer coisa. Eu quase desistindo, digo:
Eu: ok, pergunte como você sabe: “qual o seu nome?” em inglês...
Aluno: Qual o seu nome em inglês?
Eu: 
Mais uma vitória de Anna Dandy às 22h30
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Eu sei o que vocês fizeram no carnaval passado...
Esse carnaval foi um dos melhores carnavais que já tive. Primeiro porque pude mesclar duas coisas que gosto, que são tranqüilidade e um pouco de folia também. Quando queria calma e descanso, dava um pulinho em Guaramiranga, no Festival de Jazz e Blues. Quando não, caía no espírito folião da cidadezinha linda que é Pacoti. Ambas cidades de serra, com aquele climazinho frio e aconchegante. Segundo, porque pude ampliar meu ciclo de amizades, fazendo com que a sementinha dos meus relacionamentos pudesse sair do broto e crescer, dando uma árvore, que depois de um tempo se tornará frondosa.
Sexta-feira 04/02/2005
Havia me programado às 15:20h sair da escola B, quase uma hora e meia antes de findar o expediente, enquanto rolava um clima total de carnaval entre os meus pequenos alunos. Encontraria Aline, Marcos, Annete e Beto na rodoviária às 16:00h. Tudo certo. Quando cheguei lá, a primeira pessoa que encontrei foi a Aline, que esperava pelo resto do pessoal. Finalmente juntos, fomos pegar o ônibus que nos levaria a Pacoti/Guaramiranga. Enquanto seguia estrada, meu pensamento seguia outro rumo, pensava em quantas vezes tinha passado por ali no último ano, junto aos meus sentimentos de paixão e carinho. Depois de muito pensar, concluir que até posso, mas não devo levar adiante a idéia de tê-lo comigo e prendendo-o ao ano de 2004, tratei de não me deixar abater com todo e qualquer sentimento que viesse porventura a corroer meu coraçãozinho sofrido. Já que estava com novos amigos, desviei o pensamento para coisas boas, no muito do novo que me esperava desde então.
Voltando ao planeta terra, vez em quando me levantava e conversava, até o momento da subida da serra (que me dá nos nervos!), parada em Palmácia e chegada em Pacoti. Nos arrumamos na casa da Erilânia e Edivânia. Poderíamos ter ido para a abertura do Festival, a festa “Farra na Serra Alheia”, que aconteceu em Pacoti mesmo, no Teatro Luis Pimenta. Mas de práxis levei-os para comer a famosa pizza do Kalabar, como não deveria deixar de acontecer. No caminho até lá, observei aquele hospital, a pousada que me abrigou por tantas vezes e foi testemunha de muita coisa que aconteceu por aquelas bandas, o moreno lindo de novo (mas fiz que não vi e passei reto). De barriga cheia, fomos a parada do lago à noite, muito iluminada por sinal. Acho que lembranças do Natal que passou. Nesse dia, uma surpresa boa: ganhei o cd da banda do Marcus, a Versos Lisérgicos, prometendo aos meninos que iria ao próximo show deles. Voltamos pra casa com o intuito de descansar para o dia seguinte. Noite, sono, zzzzzzzzzzzzz.........
Sábado 05/02/2005
Acordamos um pouco tarde, porém empolgadíssimos com o primeiro dia em Guaramiranga. Conseguimos um preço acessível com um taxista de Pacoti, o Seu Zé, para nos acompanhar durante as vezes que queríamos estar em Guaramiranga. Às 14:00h, assistimos ao ensaio aberto do lindão Alberto Lancaster, de São Paulo, com direito a fotos depois disso.

Foto após o ensaio aberto. Um pouco escura, mas tudo bem. Da direita pra esquerda: Annete, Marcus, Lancaster lindão, Beto, Aline, o tecladista lindão também Flávio Naves e eu.
Tive a idéia de levar o pessoal até o Parque das Trilhas já que, até a hora do show do Adriano Azevedo, não iríamos fazer nada, só perambular pelas ruas, ops, a única e principal rua de Guaramiranga. No caminho, encontramos um Pesque e Pague. Paramos, pescamos... ou melhor, eu e Aline pescamos. O Marcus ainda teve a sorte de pescar alguns muitos peixinhos piabas . Annete e Beto, nadica! Os dois peixes que pescamos, comemos como almoço/jantar daquele dia. Já era quase noite quando saímos de lá, e voltamos pra praça principal. Nossa, muita gente! E gente bonita! Pareciam selecionados! Resolvemos sentar pra beber no bar do alemão e por fim, assistirmos ao show do Adriano. Chegamos a ver o ensaio do gato, mas ele não teve muita sorte. No início do seu show, a luz faltou. Retornou quase uma hora e meia depois, porém um pouco tarde. Metade do público já tinha ido embora, inclusive nós que já tínhamos pedido o Seu Zé pra nos pegar. O jeito agora é esperar pra ver se o Adriano levará seu show pra Fortaleza.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 00h47
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Então...
Domingo 06/02/2005
Ficamos em Pacoti. O point da hora era a Estância Vale das flores, onde fizemos algo novo: pescamos! Tudo bem, programa meio repetitivo, mas como não havia muita opção na cidade... A sorte grande foi todos pescarem, menos eu! Snif, snif! Dez peixes fritos ao final, acompanhados com porções de arroz e baião, uma delícia de almoço! Partimos para o salão de jogos, depois pro boliche (?), depois para os pedalinhos no Chalé Nosso Sítio. Daí então, tudo 100! Sem trilha, sem olho d´água, sem por-do-sol. Só mela-mela na praça e muito axé. Voltamos pra casa. Nisso uma nova figurinha na área: o duende verde Darlan . Fomos todos ao restaurante do Chalé Nosso Sítio, depois ao bar do alemão comer fondue. O tempo estava esfriando e a chuva já arriscava cair, numa garoa boa. Aumentou gradativamente, atrapalhando o carnaval dos foliões na praça, quando já estávamos em casa tomando vinho. Alguns de nós foram logo dormir. Ficamos eu, Edivânia, Darlan, Beto e Annete na pequena área da casa tentando descobrir o número. Que brincadeira, hein? O coitado do Duende Verde virou três seguidas, já tava meio doidão. Eu virei algumas e fiquei bem alegre. Bom, tudo que eu me lembro foi no outro dia a minha cabeça do tamanho do mundo, resultado de muito vinho, e Edivânia relatando para os demais um provável “fica” do Darlan e eu. Só acreditei porque Annete andou escutando umas coisas (risos), mas juro como quase não lembro de nada.
Segunda 07/02/2005
Nesse dia o bicho pegou em Guaramiranga. Show do Nuno Mindelis que, segundo Marcus e Beto, é considerado um dos melhores músicos de Blues do Brasil. Bom, ele me pareceu muito bonequeiro no Ensaio Aberto, enrolou os 40 minutos de ensaio tocando apenas quatro músicas. Tá certo que ele não precisa de ensaio nenhum pra chamar o público pela fama que tem entre seus admiradores, mas se fosse pra tocar apenas isso, e duas delas pela metade, melhor que não tivesse acontecido, ou não tivesse sido aberto, uma vez que ele mesmo disse que “não era nenhum ensaio, e sim, passagem de som!” Bah! Nota seis pra esse cidadão.
Na saída do ensaio, passamos por uma farmácia e olha só quem encontramos: o baterista do Nuno! Fotos e fotos! E então até a hora do show do Double Blues ficamos perambulando (de novo!) por Guaramiranga, que estava com um movimento de gente bem menos que no sábado. Aline e Marcus foram ver o show do Nuno enquanto rodamos e rodamos, agüentando o frio de fazer doer nos ossos, literalmente sem nada pra fazer. Pelo menos na metade do show do Double Blues, voltamos pra Pacoti e aproveitei um pouco da última noite que estaria por lá pra dançar muito axé. Vi que a turma estava meio cansada e sem muita disposição pra agüentar carnaval nos ouvidos àquela hora da noite, então voltei com eles pra casa. Pensei em voltar, mas o desânimo bateu e resolvi dormir, depois de brincar “pessoa – lugar – objeto” na rede com Darlan, Marcus e Aline.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 00h38
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Eu ainda sei o que vocês fizeram no carnaval passado...
Terça 08/02/2005
Último dia de festa. Não saímos para preparar nossas malas e também descansar um pouco. Foi preciso esse descanso, encarar uma estressante viagem de quase três horas e meia e correndo o risco de foliões voltarem pra cidade como nós um dia antes do fim do carnaval. Dito e feito, ônibus lotado, viagem um pouco cansativa pelas inúmeras paradas. Mas antes disso, na casa da Edivânia, fizemos uma surpresa pra Eri cantando os parabéns. Bolo, churrasco, forró, pop, axé, brega, deu de tudo no som! Foi animado. De tarde houve uma pelada das bichas na quadra do Pólo. Infelizmente não deu pra ver, já estava próximo da hora de pegar estrada. Cheguei em casa e ainda deu tempo de ver a saída do Dr. Rogério do BBB5, minha torcida e reza funcionara. Ehehehe.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 00h32
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