Ninguém é obrigado a ler o que não quer!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 16h42
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Dia do médico. Ótimo dia pra pôr em prática esta ação do Garfield. Bem na tua cara, "mamão mané". Um dia todo seu recheado de muitas tortas na cara de minha parte. E bom proveito, tá?
Mais uma vitória de Anna Dandy às 17h53
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Nenhuma notícia, nenhum sinal, nada! Que saco...
Mais uma vitória de Anna Dandy às 20h02
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Foi um bom feriado. A começar na sexta-feira, que iniciou com a festa em comemoração ao Dia do Professor no Colégio A. Uma festa supimpa, comes e bebes até a hora que desse na telha. No sábado, dia bem agitado, dei um banho no Zezim, limpei toda a área que ele “mora” (a parte do quintal), comecei a arrumar as malas pra viagem no domingo e me preparei pra festa 20 e Poucos Anos. Festa massa, gente bonita, lugar lotadaço! Eu e a turma nos tornamos importantes em flashes. Léo Jaime, cadeira cativa em quase todos os eventos da categoria, Evandro Mesquita e um integrante da banda Plebe Rude que agora não me recordo o nome (e que não faria falta se tivesse ficado em casa), foram os convidados próprios para os que lá estiveram e que curtiram aquele tempo dos anos 80. Além do The Singles, a banda que tocou com as estrelas e depois deu seu show próprio, e Diamante Cor de Rosa, que arrasou no encerramento. Quase não tive tempo pra um cochilo depois disso, porque, tão logo cheguei em casa, coloquei a mochila nas costas e rumei pro interior. Na tarde daquele domingo de sol, já estava na pousada tentando descansar das horas agitadas. E adivinha? Fiquei no quarto do meu bam bam bam!!! Um pouco triste, é claro, por saber que ele não estaria ali naquele feriadão, uma vez que ele havia trabalhado muito durante o mês que precedeu as eleições. No problem, afinal a idéia também era melhorar os ânimos, a vida anda muito corrida esses dias. Revi amigos, conheci novos amigos, tomei umas cervas jogando conversa fora, matei saudades da tradicional pizza paulista... Hhmmm! Mas tudo lembrava aquele guri: o acústico do Limão com Mel não parava de tocar na cidade, os presentes e pequenos cartazes que eu levei pra deixar no quarto dele levava meu pensamento até onde ele provavelmente estaria, o cheiro da pousada... Saudades, saudades... O tempo passou rapidinho e já era terça, o dia de voltar pra realidade. Cheguei exausta, de noite, procurando minha cama para um mergulho. Fim de festa. Agora é esperar o Halloween. Muita coisa poderá acontecer ainda. A ordem é cruzar os dedinhos...
Mais uma vitória de Anna Dandy às 01h15
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Estamos comemorando a Semana da Criança no Colégio A. Nada mais justo que ocorra muitas brincadeiras, diversões e menos aula, tudo que eles querem – e o meu descanso agradece!
Hoje, por exemplo, foi a vez do cinema no Auditório Azul, um big auditório com todo o conforto que uma sala de cinema oferece. Fomos assistir “Doze é Demais”. Como estava no meu horário de aula, acompanhei as crianças da minha turma, afinal de contas adoro filmes de comédia. Não vou dizer que foi a oitava maravilha do mundo em comédia, mas garanto que se pode tirar muitas lições de vida.
A primeira delas foi o fato de os adultos priorizarem sempre o trabalho. Os pais das doze crianças estavam tão envolvidos com seus projetos e futuro, que esqueciam que tinha uma família, que tinham um filho de uma baixa alto-estima de fazer dó (quando só precisava de um pouco de atenção e carinho); filhos adolescentes com problemas corriqueiros da idade; outros tantos que gostariam de sentir pelo menos a presença física deles no lar. Isso as crianças cobravam sempre. Cobravam dos pais uma postura coerente com o que se dizia e o que se fazia: “Família feliz?! Mas que família feliz?”. A resposta vinha no comportamento agitado de todos, na frase que surgia em meio ao público: “We love the coach!”, em referência ao pai, que era técnico de um time.
Foi preciso muitas coisas acontecer para que os adultos se tocassem e percebessem que existiam vidas que dependiam deles. Eram crianças, afinal de contas!
O que aconteceu neste filme não é muito difícil de se encontrar na vida real. É comum ver casais que deixam suas crianças sob os cuidados de babás ou de creches, com algum conhecido ou alguém da família. Tudo em nome do sucesso, do futuro, do dinheiro ou, quem sabe, do poder. Esquecem que pequenas vidas querem sentir o calor, o brilho, o afeto de seus pais. Haveria tempo para os filhos no mundo e na realidade de hoje?
Lidar com criança é bem mais fácil do que se imagina, mas fundamentalmente é preciso entrar no mundo delas. Caso contrário, nada feito...
Filme água com açúcar, mas para quem gosta é uma boa opção de fim de semana pra ver com o namorado ou com a família reunida.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 12h51
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Não vou nem mentir que estou ouvindo e curtindo intensamente esse rápido e efêmero momento forrozeiro que vivo hoje. Mas...
Tá, não fui ao show que tanto ansiei a semana inteira. Amigos que viajaram pra votar no interior, amigos que somem nessas horas, amigos que não gostam de forró. O único consolo é que “menta y limón” sempre se encontra em um curto espaço de tempo por aqui.
A verdade é que eu não quero dar minha mão à palmatória de que a realidade hoje é outra. Em verdade, em verdade, são amigos que casaram, no sentido literal da palavra e no sentido azaração também. Então, tempos de farra e festa com todos, acabou virando tempos de vida a dois (para eles). Os que são ou estão solteiros, dançaram. Até nas programações! Tudo virou programa com casais. Daí virar castiçal é f...!
Sei não... Está quase caindo por terra o que disse a alguns posts atrás, sobre não perder o equilíbrio em minha vida. Um vazio toma conta de mim quando percebo estar sozinha, quando não escuto o barulhinho de mensagens no meu celular ou o toque do telefone. E nessas horas, quando não há uma companhia pra dançar forró, prefiro refugiar-me no alto da serra, caminhar, sentir o ar puro entrar nos pulmões e refletir um pouco sobre essa minha área afetiva. Penso que já seria o tempo de tentar arrumar, organizar esse ponto de uma vez e parar de fugir. Fugir? É, parar de fugir das incertezas e medos de me entregar a alguém. Depois das decepções acho que tá mais do que na hora de eu me dar uma chance de novo. Mas sempre que essa chance tá pra acontecer, eu me decepciono de novo. Não tem jeito... Onde ficou meu coração?

Mais uma vitória de Anna Dandy às 00h07
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Ahahahahahahahahahaha! Essas coisas só acontece aqui no Ceará mesmo! Preste atenção e responda rápido: um morto pode matar um vivo? Pois clique aqui e confira como acontece esse fenômeno!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 00h36
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