Vivemos de aproximações. Entre o que podemos decidir e o que não podemos. Como discernir um do outro? (...) Importante mesmo é não perder de vista nenhum dos dois. Se pararmos de escolher ficamos à mercê de outras vontades e somos levados pela correnteza perdendo a própria identidade. Se levamos em conta apenas a nossa vontade perdemos o chão, o vínculo com as outras, perdemos o sentido, nos perdemos do mesmo jeito. Palavras dele.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 20h30
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Algumas observações acerca do filme: 01) O Keanu Reeves é lindo; 02) Lembrei-me zilhões de vezes do médico Mr. Lunga quando o Keanu apareceu zilhões de vezes na telona; 03) Segundo Freud, que por sua vez foi citado por Julian, personagem do filme, nada é sem querer; 04) "Brasil Brasileiro" é destaque em um dos momentos fundamentais. Hollywood tem bom gosto; 05) Por que será preciso seis meses (ou mais que isso) pra se perceber que cometemos bobagem em deixar alguém que se gosta livre por aí? Por que os seres humanos precisam de longo tempo pra viver um amor que se quer? Por que que se demora a cair a ficha? 06) Alguém tem que ceder. Será que sou eu de novo? 07) Definitivamente a vida não é um filme; 08) O Keanu Reeves é muito lindo!!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 00h21
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GororobaPopSemberebaRockTudo!
Hoje a banda Alegoria da Caverna foi tocar no colégio B. Foi massa!!! Dessa vez tirei MINHAS FOTOS, na MINHA CÂMERA, pois eu quase sempre dependia da câmera dos outros pra obter uma foto, nem sempre legal e que nem sempre chegava em minhas mãos. Até ajudei a moçada comprando o cd deles. Se bem que isso não foi uma ajuda, foi um satisfação pra mim, porque curti e curto o estilo deles desde o momento que os vi e ouvi tocar. Sem contar que já conheço o Vitoriano, o vocalista, pois já trabalhou no mesmo colégio que eu. Sem contar também que sou a professora de inglês do filho dele. Sem contar que a ex(?) trabalha comigo por lá. Fora isso, como já tenho dito por aqui, o grupo tem qualidade e futuro, basta a mídia dar uma chance pro som que eles fazem. Quem quiser ver as outras fotos, confiram as últimas seis fotos acrescentadas aqui.

Hoje tem show dela na praça verde do Dragão do Mar e eu nem vou. Está faltando $$tempo$$ pra mim.
E será que o Ceará vence o Fortaleza hoje? Uuuhhhh, é CEARÁMOOOORRRR!!!!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 21h31
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Deus desconhecido
Chorei. Chorei diversas vezes. Chorei com as chicotadas. Muitas, mas muitas chicotadas. Foi uma surra! Chorei quando resolveram dar um "reforço" nos chicotes. Dava vontade de dizer: "Pára tudo! Pára tudo! Eu não mereço isso aí, não!". Chorei em quedas, encontros, na presença constante de mãe (Maria), em cada olhar, em cada silêncio. Quando ele na cruz falou: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem"... A cada martelada, a cada prego encravado, sangue, muito sangue derramado, cada cusparada, cada deboche, cada espinho... Aquilo lá não foi brincadeira! Não foi qualquer mortezinha, não. Ele sofreu. Foi levado aos últimos limites, foi humilhado como eu jamais tinha visto alguém (mesmo em filmes) ser humilhado antes. Não consigo imaginar situação mais humilhante do que aquela, ainda mais se pensarmos que bastava querer que Ele sairia dali. Mas se submeteu aquilo.
Às vezes penso que não tem mais o que possa nos salvar desse mundo cão, devido a tudo que fizemos. Mas sinceramente acho que Deus tem muita misericórdia de nós, viu. Mesmo com todos os absurdos que vivemos e fazemos no dia a dia. Sei lá, me decepcionei com a Igreja e com os homens, mas acredito em Deus. Acredito no Seu amor, que há salvação para os homens, se o mundo quiser. E se creio no deus de São Lucas, o Deus desconhecido (o próprio Jesus), acredito que Ele não liga se nós merecemos. Depois do que vi, acredito que nos ama do mesmo jeito, sujos de lama. Todos nós temos erros, até mesmo o cara mais religioso que se conhece, e todos dependemos da graça de Deus. Ele não liga pra quem somos ou fomos.
Quem ainda não viu, assista o filme. Provavelmente irão chegar a conclusão que não há meio termo sobre o amor incondicional de Cristo.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 16h12
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(In)Feliz Páscoa!
Durante duas semanas esperei empolgadíssima que chegasse este feriadão. Além do descanso e da pausa do trabalho, concluí que os quatro dias da Semana Santa me proporcionariam boas lembranças. Resolvi viajar pra Pacoti, cidade de serra aqui do Ceará de clima gostoso e frio, onde reina a calmaria e a não-violência das cidades grandes.
Fui trabalhar na quarta-feira de malas prontas, deveria pegar o ônibus no horário marcado, às 16:30h. Programara como da primeira vez, lá me encontraria com o Marquinho. Não parei de pensar um só minuto no fim da tarde daquele dia. Então, na hora derradeira e devido as festas e celebrações da Páscoa nas escolas que trabalho (não, dessa vez não ganhei quarenta ovos de chocolate como no ano passado. A coisa apertou pro bolso dos paizinhos também), pedi para sair mais cedo. Depois de alguns atropelos por chegar na rodoviária com o ponteiro grande quase no número trinta, enfim estava a caminho. Agora era curtir a viagem.
Após a subida da ladeira e a parada na cidade de Palmácia, cheguei em Pacoti. A cidade parecia estar cheia. Já era noite, tomei um banho e fui comer uma pizza com o Marquinho no Kalabar. Algumas risadas, e devoramos uma deliciosa paulista/mussarela/frango com gosto. Ao retornar pra pousada, me recolhi.
***
Quinta-feira. Dia nublado e chuvoso na serra. Havia programado ir a Pico Alto, mas com aquele clima era quase impossível obter a vista que queria lá de cima. E depois de Pico Alto, conheceria as cachoeiras e o Olho D´água daquela região. Não, nada disso. Com aquela chuva, o que me restou como opção foi uma caminhada até a Pousada dos Monges, comentava-se que era legal por lá. Fomos então eu, Marquinho e minha inseparável amiga, a câmera.
Na caminhada: verde, arvoredo, "Taj Mahal", o barulho dos insetos e dos pingos de chuva nas árvores. Estiquei até o Hotel de Serra Remanso, a 3km de Pacoti, já dentro da região de Guaramiranga. Foram três horas de risadas, trechos de músicas ora cantadas, ora desafinadas e alguns flashes interessantes. Durante a tarde, pausa para um descanso merecido.
A noitinha, participei da Celebração Eucarística do lava pés. Lá, como em outras cidades do interior, a religiosidade é bem evidente. Cheguei a ouvir comentários entre os moradores, acentuando-se o senso comum:
- E aí, cervejinha hoje?
- Que nada, amigo. Hoje é dia de vinho (com referência ao sangue de Cristo).
Certifiquei-me, a bebida deveria ser vinho durante esses dias. Então o Marquinho comprou duas garrafas e colocamos no freezer da Julita para mais tarde. Ainda na Celebração Eucarística, foi lido um decreto do prefeito daquela cidade, anunciando o silêncio ao final da celebração, se estendendo até a madrugada da sexta-feira pro sábado. Tudo bem, ainda tinha muita coisa pela frente: almoço no sítio da mãe da Julita, próximo as cachoeiras, pagode no sábado de Aleluia (eu nem sou muito chegada a pagode, mas se era pra se divertir, estaria lá) e a malhação com os bonecos, representando Judas Iscariotes. Tudo era só o começo.
Mas minha alegria durou pouco. O Marquinho, que me acompanhou na aventura, recebeu um telefonema sobre o falecimento de sua tia-mãe. Nossa, ele ficou arrasado! Precisava retornar pra Fortaleza, mas como? Naquela hora da noite não havia mais transporte e durante o dia seguinte também. Então a Julita, proprietária da pousada e a quem muito quero o bem, nos mostrou seu lado solidário e simples: conseguiu carona com um médico de plantão que retornaria pra Fortaleza às 07:00h da sexta-feira. Era isso. Senti a angústia do meu amigo, não poderia deixá-lo sofrer essa dor sozinho. Resolvi acompanhá-lo. Fim de Semana Santa.
Selamos nossa inesperada e antecipada volta indo comer fondue de chocolate no Chalé Nosso Sítio. Eu, Sr. Antonio, Julita e Marquinho conversamos amenidades naquelas poucas horas, naquele clima frio, mais frio ainda por ser noite, por não ser igual as outras noites. Na companhia da natureza que parecia seguir as ordens do prefeito, silêncio. Só o barulho do Rio Pacoti que passava atrás de nós. 
Na sexta-feira despertei num silêncio cavernoso. Sem nenhuma palavra, dirigi-me ao banheiro para um banho quente. Café da manhã. Despedidas. Meu coração apertadinho, pedia pra ficar. Minha razão e coerência não permitiam tal fato. Uma lágrima. Logo mais estaria em Fortaleza. Logo mais, tudo de novo. A espera de uma nova chance.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 20h44
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Amizades
Um tempo curto pra estreitar laços. Tive a oportunidade de conhecer o Sr. Antonio, geógrafo e engenheiro civil aposentado, que estava passando uma temporada pra conhecer aquela região do Maciço de Baturité. Homem culto, de grande conhecimento sobre os mais variados assuntos e lugares, gentilmente nos convidou a provar do fondue de chocolate. Por acaso nossos caminhos se cruzaram para que eu pudesse somar à minha ignorância um pouco de sua sabedoria sobre temas específicos. A ele, todo o meu carinho.
Ainda na madrugada da quinta pra sexta-feira, tomei vinho com o Marquinho, Jelita e algumas novas personalidades (Richelmi, Michelson e outros que não lembro o nome), comi pão de coco quentinho e conversei bobagens na escadaria da Igreja, próximo a pousada. Novas amizades que me prometeram levar e trazer muitas outras vezes a Pacoti.
E o "dotadão", Marquinho, por onde andará agora? 
Mais uma vitória de Anna Dandy às 20h42
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Amores
No love. Poderia rolar no dia que cheguei, mas meu corpo fisicamente não respondia ao meu cérebro, de tão cansada que estava. Fui aproveitar uma noite de sono para desfrutar o dia seguinte intensamente. Não desfrutei o quanto desejei. Sem filme, sem doce, sem passeio de moto, sem a companhia no Chalé e o resto das horas da noite do fondue de chocolate. Comentários sobre uma festa da noite anterior em Palmácia me levou a pensar nas possibilidades. Arrependida? Não sei... Quem sabe seja melhor assim.
Maybe Love. Duas horas de viagem retornando para Fortaleza com o Mr. Lunga que, segundo o próprio, costuma fazer a mesma viagem uma hora e meia. Num primeiro contato, seriedade. No deslanchar dos minutos, alguns sorrisos. Uma hora depois, a gargalhada que me chamou a atenção. Ele não parecia ser o que dizia. Veio até em casa deixar eu e Marquinho. Será que o verei novamente? Quem sabe, quanto a isso há dois prováveis encontros: o livro que ele emprestou ao Marquinho e o show do Limão com Mel na próxima sexta-feira (dia 16/04). Ou mesmo, voltar pra Pacoti na esperança certa de vê-lo, alimentada pela nova paixão àquela cidade pacata e linda.
Sei e não sei que tudo isso seja possível. Contemplo aquele rosto vincado no retrato da minha imaginação. Instantes. Insensato, isso de sobreviver ao amor, mas cá estou na aparência inteira. Recomeçar.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 00h28
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Romanticojp, você foi meu visitante de número 7.000! Obrigada pelo carinho e pela atenção durante todo esse tempo que nos conhecemos através deste espaço virtual! O award está indo...
Mais uma vitória de Anna Dandy às 14h19
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Problemas de Comunicação Religiosa
- Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é... bem... é uma festa religiosa!
- Igual Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos ........ Mamãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas quando você for ao catecismo a professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era, era melhor, ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia que ele morreu?
- Isso eu sei: na sexta-feira santa.
- Que dia e que mês?
- ??????? Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
- Um dia depois.
- Não, três dias.
- Então morreu na quarta-feira.
- Não, morreu na sexta-feira santa ....... ou terá sido na quarta-feira de cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
- Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é sábado de aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- É, boa pergunta. Filho, atende o telefone pro papai. Se for um tal de Rogério diz que eu saí.
- Alô, quem fala?
- Rogério Coelho Pascoal. Seu pai está?
- Não, foi comprar ovo de Páscoa. Ligue mais tarde, tchau.
- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo!!!
(Luis Fernando Veríssimo)
Tinha que ser ele mais uma vez... 
Mais uma vitória de Anna Dandy às 13h40
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Tenho uma aluna tipo Magda do programa Sai de Baixo. Vou chamá-la aqui de Chiquinha - tirando os dentes feios e o cabelo mal arrumado da Chiquinha do Chaves, ela parece um pouco com a personagem. Estava em um determinado dia dando aula na sala dela. Tudo o que eu dizia, a menina interpretava de um jeito diferente ou de espanto, daqueles espantos como se o mundo tivesse se acabando, sabe? Até lembrei de uma das crônicas de Luis Fernando Veríssimo, onde ele conta algo parecido. Uma das pérolas foi quando eu explicava sobre o conteúdo "family". De repente começou a chover. Era uma chuva muito forte e então comentei alto: - Ura, que chuva, meu! Como alguns acham minha dicção diferente dos cearenses, veio a velha pergunta do fundo da sala: - "teacher", a senhora nasceu onde? E a velha resposta: - Aqui. - Aqui na sala??? - perguntou a menina. - É claro que não, né, Chiquinha? - disse. E então dei continuidade ao assunto "family". Quando citei a palavra "mummy", outro espanto: - Múmia??? - O quê, Chiquinha? - o espanto agora era meu. - Nada. - e continuou a escrever como se nada mesmo tivesse acontecido. Fora as inúmeras vezes que eu expliquei as tarefas. Na primeira explicação toda a sala já silenciava e se concentrava em resolver. Mas a Chiquinha... - "Teacher", não entendi. Lá vai eu explicar de novo. Só me restava dar a resposta a ela. Até chegar o fim da aula quando um aluno me informou da hora: - São 08:05h. - 09:35h??? Valha... Valha quem diz sou eu. Como pode?
Hoje tem uma canja deles na Concha Acústica da UFC. Como eu gosto e minha sexta-feira não tem nada programado, é pra lá que eu vou. Depois eu mostro os clicks! ¡Saludos!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 15h25
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