Correndo atrás do meu lugar ao sol, não esperro o mundo mudar, me concientizo dessa necessidade e faço alguma coisa.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 14h51
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Que caos!!! Quanta chuva, barão!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 15h16
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Nem tive a oportunidade de falar como foi este início de ano novo. Pois bem, vou tentar resumir: No início, mas bem no início mesmo, especificamente no dia 02 deste mês, tentaram entrar em casa. Era por volta de 03:40 da madrugada, eu acabara de desligar o computador e decidi não dormir ouvindo música no walkman - o que faço com freqüência. Parecia meu anjo da guarda a me precaver do que estava pra acontecer. De repente ouvi um barulho no portão. O cidadão é tão azarado que, além de encontrar alguém ainda "aceso", nem o ruído ele disfarçou. Levantei trêmula, e na pontinha dos pés me dirigi até a porta de entrada. Fiquei quietinha tentando averiguar algo. Vi através dos espaços da janela o vulto de um homem negro, segurando um pé de cabra (aqueles ferros usados pra arrombamento de portões e grades). Pensei em gritar, mas cadê a voz? Meus pés pareciam raiz de árvore e os joelhos pedras de chumbo. Não consegui sair do lugar. A única coisa que tinha certeza era de que aquele homem estava disposto a entrar. Eu precisava ser mais rápida que ele. Então liguei a luz da varanda. Ele assustou-se e nem sei como pulou de volta. Podia sentir seu desespero através das fortes pisadas descendo a rua. Acho que aquele homem imaginava encontrar mais uma casa vazia, onde todos teriam passado o ano longe da cidade grande, em alguma praia distante. Doce engano o seu. Finalmente liguei para o vizinho. Alguns minutos depois toda a rua estava acordada vendo os poucos estragos que o cara havia feito no muro. Conseqüências disso: 1) Passei várias noites em claro, sem dormir nem por alguns minutinhos; 2) Comprei um boxer, o Zezinho. Hoje ele está com dois meses e é o meu xodó. Hmmm, na cidade agora faz um friozinho de fazer sonhar com minha cama. A grande verdade é que o tempo das chuvas começou, junto às aulas e a minha rotina de classes...

Mais uma vitória de Anna Dandy às 13h15
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Sabe criança quando mal acostumada e mimada? Pois é, estou "quase" me tornando uma...
QUERO... poder falar besteira, dar risada a toa, contar piada obcena, falar palavrão, gritar a esmo, cantar desafinado, sambar na roda, tomar cerveja, comer pipoca doce, pular amarelinha, amassar papel, chutar pedrinhas na rua, andar sem rumo, correr no mato, na chuva, nadar no rio, saltar a cerca, pular o muro, ficar calada, um colo, um carinho, um afago, um diálogo, feliz da vida, com você ao meu lado..
Mais uma vitória de Anna Dandy às 15h02
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Ok, ok, ok... Ouvi, li, pensei, refleti sobre tudo o que me disseram. Os presentes, os ausentes, os virtuais. Não vou deletar meu blog, mesmo porque não tenho coragem de apertar o botãozinho. (rs rs) Mas vou seguir o conselho do »Fabricio«, vou mudando o visual daquele outro, estava muito negro pro meu gosto. E pra encerrar, porque eu continuo sem muito assunto, aqui fica registrado uma mensagem muito linda da »minha xará«. E que todos tenham um final de dia muito prazeroso, com muita chuva. Aqui a chuva tá só começando...
 Às vezes fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente... Costumamos acreditar que ser transparente simplesmente é ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso. É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar o que a gente sente... Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em nos empenhar para levantar... Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana. Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser. Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas a simplesmente nos entregarmos e admitimos que não sabemos, que temos medo! Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada veZ mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção... E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos... Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado... Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar... doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar 'aqueles que mais amamos! Porque infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: "Você está me machucando... pode parar, por favor!". Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor... Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura. Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invensíveis... Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto... Que consigamos docemente viver, sentir, amar... E que 2004 seja todo coração, muito mais sentimento, inundado de um amor transparente, apesar de todo o risco que isso possa significar...
Mais uma vitória de Anna Dandy às 16h52
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Olá turma, tudo bem com vocês? Sumi né? Mas esse tempo de sumiço foi bom, deu pra pensar. E com essas reflexões cheguei a algumas decisões. São decisões de mudança de vida, de correr atrás da sorte e chutar pro azar neste ano de 2004. Porém uma dessas decisões parte um pouco meu coração, mas infelizmente terei que fazê-lo. O blog da Anna Dandy está de despedida. É isso mesmo, ele vai deixar de existir, permanecendo apenas alguns dias no ar para que todos possam ler este último post. Mas por que? Bom, as razões podem ser banais, mas faz parte do meu processo de mudança: 1) Ultimamente eu não me sinto inspirada nem com vontade e disposição pra escrever sobre meu cotidiano, narrar e/ou registrar nada; 2) Sempre que venho aqui, acabo lendo arquivos passados, e alguns posts me deixam extremamente pra baixo. É uma grande pena, afinal, eu adorei esse quase um ano que o site ficou no ar. Cresci muito, tive a oportunidade de conhecer pessoas maravilhosas (tanto pessoalmente como somente online), apreciar suas idéias, "trocar figurinhas" como os outros dizem, até estender outras tantas amizades além desse mundinho virtual. É claro que as amizades vão continuar, vou manter contato e continuar a visitá-los, sempre que puder. Obrigada a vocês linkados na minha seção "blog de amigos". Obrigada aos "amigos invisíveis" (eu sei que vocês, mesmo não registrando nada nos comentários, passam por aqui). Obrigada pelo carinho e a atenção dispensados a este espaço. Obrigada pelos quase 6.000 visitantes que passaram por aqui durante esse tempo que estivemos plugados. Obrigada pelas palavras, pelos comentários, pela força nos meus momentos de fraqueza, também pelas alegrias compartilhadas. Brevemente, quem sabe eu volte com um blog mais sério, voltado para assuntos sobre o ser social, esta coisa que me fascina. Por enquanto, fica aqui meu beijo e minha saudade. ¡Adiós! Hasta otro día. Fui!

Mais uma vitória de Anna Dandy às 18h45
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Mais uma vitória de Anna Dandy às 16h53
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HORA DE SER !
De repente o sono se acaba, e os sonhos não voltam mais. Estamos despertos para a vida, mas nem sempre estamos acordados para viver. Muitos ensinamentos foram dados, mas na hora de colocá-los em prática, tropeçamos em muitas dificuldades e esbarramos na distância que separa o concreto do abstrato. Aprendemos a estudar, mas não significa que sabemos as coisas. Aprendemos a orar, mas orar não significa que cremos. Aprendemos a falar, mas isto não quer dizer que nossas palavras tenham sentido. Aprendemos a sorrir, mas nem sempre significa que estamos alegres. O muito que aprendemos, nunca é o bastante diante de tudo que ninguém pôde nos ensinar. Não nos ensinaram a chorar, talvez por isso nossas lágrimas sejam tão sinceras. Não nos ensinaram a sofrer, talvez por isso nossos sofrimentos sejam tão sentidos. Não nos ensinaram o gosto da derrota, talvez por isso nos sintamos tão arrasados quando a vitória foge das nossas mãos. E o pior disso tudo, é que a vida não pára, não espera, não recua, também não dá férias, nem oportunidade de recuperação, não se resume em um simples encontro, nem tão pouco numa viagem de lazer. De repente o sono se acaba e os sonhos não voltam mais. Na vida tudo tem limites, até a fuga. Um dia, fatalmente iremos deparar conosco mesmos, sem disfarces, e diante de nossas próprias consciências, virá o encontro, talvez o desencontro, a certeza, ou quem sabe a dúvida, o orgulho, bem como a vergonha, a vontade seguida ou não do desejo, a dor, o desespero, o sentimento de perda, enfim, sempre aparecerão facetas diferentes de nós. Mas uma coisa é essencial: convém sermos sinceros. Ou carregamos nossa cruz com esforço e com dignidade ou nossa cruz nos sufocará. Não que ela seja pesada, nós é que seremos fracos para suportá-la. Não há outra alternativa, chegou o tempo de ser. Acabaram-se os dias do "a gente se encontra", "depois a gente conversa...", ou do "eu ligo pra você!". O ontem ficou para trás, o hoje é o que importa, porque talvez amanhã não teremos a oportunidade de aproveitar!
A hora é de ser!... O momento é de viver!...

 Que el año 2004 sea un espacio para el encuentro entre los que comparten una idea de mundo DISTINTO Y MEJOR para todos. ¡Saludos!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 02h29
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