Imola será sempre lembrada como o local onde perdeu a vida
1 de Maio de 1994. Já se foram 15 anos. Já se foram 15 anos sem as belas manhãs de domingo. Se foram 15 anos sem o herói brasileiro. Num é um herói que veste uma armadura ou alguma capa, muito menos usa um elmo e nem é munido de superpoderes ou outras armas. Este herói sobretudo era um ser humano, este usava um macacão vermelho com um capacete amarelo, aahh, este possuía sim uma arma, a mais tradicional delas era um carro vermelho e branco, e este herói também possuía poderes sim! O poder da superação, da garra, da coragem, da vontade de vencer! Este herói quando vencia vestia verde e amarelo, e quando não conseguia também! Seu nome? Em sua identidade tinha como Ayrton Senna da Silva, mas popularmente este era conhecido por: AYRTON SENNA DO BRASIL! 15 anos sem o Ayrton, naquele fatídico dia, nós descobrimos aquilo em que nunca acreditávamos, que os heróis também podem morrer. Naquele dia morreu um homem e nasceu uma lenda! Uma pequena homenagem ao eterno e IMORTAL campeão... Senna! 
Mais uma vitória de Anna Dandy às 10h33
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Bom, já passou o zum zum zum do ano novo, agora é voltar aos poucos para a realidade. Engraçado que uma realidade mesma coisa, todo ano: festejos, promessas de nova vida, e a rotina é sempre a mesma, não muda quase nada. Por que será?
Será que somos nós a não buscar pelas mudanças desejadas na transição de todo ano?
"Desejo um emprego melhor, casar, filhos, ganhar na mega sena..."
E aí, qual foi a parte que a gente não entrou?
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De qualquer maneira, feliz 2009 a todos que passam por aqui. E que nossos desejos REALMENTE sejam concretizados em mais um ano que se inicia...

Mais uma vitória de Anna Dandy às 10h17
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A long time ago...
Não foi amor a primeira vista. Nem a segunda, nem a terceira. Levou um tempo até que ela visse, nos olhos dele, uma luz diferente. Ele estava de pé, encostado na parede, enquanto ela desejava-lhe um beijo. Chegou muito, muito perto, mas não tivera coragem. E ela viu, saindo de dentro daquele olhar uma coisa estranha. Teve vontade de perguntar se ele também notara, mas percebeu que era algo entre os dois e ficou calada. Tomou ar, voltou a si e deixou pra lá. O tempo passou e eles se perderam. Mas ela de vez em quando pensava no moço. E se reencontraram. Falaram-se ao telefone algumas vezes, depois conheciam as histórias um do outro. No fundo tudo o que a menina queria era ouvir o riso dele, escapulido entre as palavras. Havia passado vários anos desde a primeira troca de olhares. Mas um silêncio quebrara o ritmo das vozes encontradas. Um longo silêncio. Só depois de muitos anos, quase por um acaso, a menina observava as janelas e ele estava ali, dentro de uma camisa preta. Ela sentiu vontade de chorar. Não de tristeza, mas de emoção, porque achou emocionante ver ali dentro da camisa preta um pedaço de si própria. Sim, ele era uma parte dela. E, depois, mais tarde, quando tudo deu errado, não adiantou ela fugir. Voou em pensamento e o peito continuava carregado de sentimento. Tudo o que estava fora estava fora. Dentro dela, um gelo no coração cada vez que se lembrava. Dentro dela, uma luz piscando sempre que pensava. E como um câncer esse sentimento se arraigou naquele corpo. Tomou força e criou raízes. Ele ainda existia, ainda vivia e não a pertencia. Isso rasgava a menina por dentro. Às vezes ela esquecia. Mas era só pensar nele que se questionava: "Como pode, ele existir e não ser meu?" Esperou o tempo em que nessa história fosse cravada uma vírgula e depois viesse a frase "E um dia enfim..." Porém havia uma grande verdade que substituía a virgula por um ponto: viver é escrever sem borracha.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 13h37
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Sim, eu sou trojan. No natal serei ninja.
Essa meninada diz cada uma... E olha que a idade deles não passa de 6 anos!!! 
Situação 1
Maria: tia, como se escreve "helicóptero", é com "e"?
Eu: Não, é com "h".
Maria: Ah não, tia. É não. Senão a palavra seria "agalicópitero"...
Situação 2
Carlos: tia, eu.. eu acho que eu to doente....
Eu: doente, honey? Como assim?
Carlos: é tia, eu to doente do meu pinto..
Eu: valllhaa! E o que tem o seu pinto?
Carlos: tia, ele fica grande, fica pequeno, fica grande, fica pequeno... Tia, minha mãe vai ter que me levar pro médico... (ehehehehe )
Mais uma vitória de Anna Dandy às 11h31
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Pffrrrr... Sopra, sopra pra poeira sair!!!
Nem sei bem o que escrever... Depois de tanto tempo, acho que perdi a prática. E tempos em tempos esse pequeno espaço volta a ficar empoeirado. Ao mesmo tempo, nem bem sabendo o que escrever, há tanto o que dizer! Sobre tantas mudanças...! E lógico que foram mudanças boas... Pensei em blogar coisas novas, num espaço novo. Essa foto de guerreira já me traz memórias de meus tempos solteirices, das festinhas, barzinhos, shows e viradas de noite em Ritz e Hey Ho. Hoje não é nada disso. Mas é isso mesmo: vão-se os tempos primavera, chegam outros verões... A começar pelo meu casamento. Não é beeeeeeem um casamento porque o oficial só acontecerá em maio de 2009. Mas eu já me sinto como se estivesse casada, vivendo essa coisa linda até então desconhecida para mim. Quase 2 anos e lembro-me como se fosse hoje, eu e ele trocando conversas no msn. Que mundo pequeno, ele tão perto de minha casa.. Engatamos um namoro. Risadas. Saidas. Momentos só nosso. Até o rompimento de leeeve, depois a alegria da volta. Enfim.. saiu nosso apartamento e tivemos que arrumar tudo. Eerrr... Ainda hoje estamos arrumando, mas sem grilos. O importante é estarmos a construir nosso lugar juntinhos. Ao final de tudo sei que estou muuuito feliz. Quero viver essa felicidade sempre e sempre assim como esse artigo que li ontem no jornal:
O dilema do Eu é que o Eu sem o Tu não pode nominar-se - Eu. De si, não pode diferenciar-se sem o Tu, o Eu. Com o Tu, outro dilema: Tornar-se Nós. Que não é mais o Eu ou o Tu mas outra coisa diferente de um e de outro. Que às vezes se estranha; às vezes se reconhece; as vezes se renega; às vezes se acolhe; às vezes se detesta; outras, se ama. O dilema do Nós é que sem o Eu e o Tu não pode nominar-se - Nós. Não existe por si, o Nós senão atado ao Eu e ao Tu por uma louca matemática que dividindo, multiplica e diminuindo um pouco de si - Do Eu e do Tu - soma outras grandezas - a um e a outro. Que às vezes se estranham; às vezes se reconhecem; às vezes se renegam; às vezes se acolhem; às vezes se detestam; outras, se amam. Um território estranho ao Eu e ao Tu de fronteiras em permanente construção. É o Nós. Às vezes temido, outras intensamente desejado. Sempre, e eternamente espelho do melhor e do pior do Eu e do Tu. Sempre, e eternamente unica possibilidade de plenitude. Ah, por que escolhi maio? Não, não fui eu que escolhi, foi ele. Por ser o mês das noivas e o mês de Maria. Agora já dá pra descobrir até o dia...
Mais uma vitória de Anna Dandy às 17h38
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Imagina o que é recomeçar depois de uma semana conturbada, certa de que não haveria nenhuma chance! Pois é...
VOLTAMOS!!!
E eu estou hiperfeliz por isso! Pode quem quiser me recriminar por estar amando!!!

Mais uma vitória de Anna Dandy às 14h42
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Fogueiras...
Ah, tinha que fazer isso! E foi assim, amigo, que copiei suas belíssimas palavras aqui. Vai pousar no meu coraçãozinho machucado...
Você me procurou hoje buscando encontrar meios para odiar o que você ama e eu fiquei meio sem palavras para dizer a você que amor e ódio são irmãos gêmeos cujas polaridades são invertidas e reversíveis, de tal forma que um pode se tornar o outro e serem os dois ao mesmo tempo, coisa que contunde e consterna...
Mais consternador e contundente é a dor de quem vê a pessoa amada partir, dizendo que “tudo acabou”, sem mais, nem porque...
Eu já passei por isso.
Já passei por isso tantas vezes que nem sei mais quantas foram, pois fui homem de muitas mulheres e a muitas amei a algumas delas (justamente as que não quiseram ficar...) me deixaram assim mesmo, sem porquês, sem explicações...
E bebi.
Chorei.
Dei vexame.
Menti.
Gastei o que não tinha.
O que não era meu.
Endividei-me. Destruí minha moral.
Perdi a afeição de amigos diletos que não puderam compreender o transe pelo qual eu passava e, enfim, passou!
Machado de Assis, em uma de suas fantásticas obras cita uma lenda que reza assim:
“Alexandre, o Grande, além de um determinado conquistador e primeiro globalizador do planeta (observação minha) era tal um devotado comandante que realmente amava àqueles que se “irmanavam em armas” em nome de sua causa... Em certa batalha, acidentalmente, Alexandre feriu um de seus soldados, que caiu ferido de morte... Contristado, Alexandre deteve seu cavalo, desmontou, olhou soldado em profusa hemorragia, olhou para a sua lança e disse: Tu feristes, tu hás de curar... E tocou a ferida com a lança. E a ferida fechou-se. “
“O tempo, Assis remata, é como a Lança de Alexandre; ele fere, ele cura”
Rubem Braga, guardadas as proporções, recebeu pedido similar de uma de suas queridas amigas, e respondeu numa Crônica, mais ou menos assim:
“Minha querida amiga...
... Pegue uma folha de papel de seu caderno e dobre em duas. Rasgue-a.
Junte os pedaços.
Rasgue-os.
E prossiga nisso até não poder mais rasgar o papel.
Ai, você pega uma caixa de fósforos e começa a quebrar os palitos.
Organiza uma mini-fogueira e acenda-a com o ultimo fósforo.
Espere que ela se queime por completo, até que só restem cinzas.
Comece tudo outra vez até a noite acabar.
Se você me perguntar se adianta, eu não sei responder, mas faz o tempo passar, e nada como o tempo para curar dor de amor...
Dê tempo ao tempo e procure uma musica do Toquinho que diz assim:
“Voa coração/que a minha força te conduz,/ e o Sol de Um Novo Amor em breve vai brilhar/Vara a escuridão,/vai onde a noite esconde a luz/clareia o seu caminho e a acende o meu olha/ vai onde a Aurora mora e colhe um novo dia/planta a mais bela flor/ que alguém já viu nascer/ e não se esqueça de trazer sonho e magia, amor e fantasia e alegria de viver/Voa coração, que ele não deve demorar/ E tanta coisa mais, quero lhe oferecer/O brilho da paixão/ pede a um estrela pra emprestar/ e traga junto a fé de um novo amanhecer.../ Convida as Luas crescente minguante e cheia/e de onde se planta a paz/da paz quero a raiz/e uma casinha lá onde mora o sol poente/para a gente simplesmente ser feliz...”
Guarde o melhor do passado, não amargue o presente e construa um futuro melhor.
Sempre teu amigo.
Cau
Mais uma vitória de Anna Dandy às 14h15
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28 de novembro de 2007.
Fim.
Ponto.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 15h58
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O QUE É SUCESSO?
Aos 02 anos ... sucesso é ... conseguir andar. Aos 04 anos ... sucesso é ... não fazer xixi nas calças. Aos 12 anos ... sucesso é ... ter amigos. Aos 18 anos ... sucesso é ... ter carteira de motorista. Aos 20 anos ... sucesso é ... fazer sexo. Aos 35 anos ... sucesso é ... dinheiro. Aos 50 anos ... sucesso é ... dinheiro. Aos 60 anos ... sucesso é ... fazer sexo. Aos 70 anos ... sucesso é ... ter carteira de motorista. Aos 75 anos ... sucesso é ... ter amigos. Aos 80 anos . sucesso é ... não fazer xixi nas calças. Aos 90 anos ... sucesso é ... conseguir andar.
Sucesso para você!
Mais uma vitória de Anna Dandy às 10h58
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Dizem que ninguém morre de amor, mas eu ando duvidando. Parece que amor mata sim. Senão mata tudo, mata um pouco da gente. Amor mata quando não é amor entendido. Dizem que ninguém morre de amor, mas não é o que ouço dizer aí adiante. Conheço a morte da auto-estima, a morte do respeito, a morte da fé, quando nosso amor enxerga desamor. E quem foi que disse que um corpo oco é um corpo vivo? Mas dizem que ninguém morre de amor. E quem nunca sentiu a vida se esvaindo, quando tinha amor no peito? Quem foi que amou e ainda vive a vida que vivia antes? Não, não é verdade que não morremos de amor. Morremos SIM de amor, de dor, morremos de saudade, morremos - e muito! - de incompreensão frente a esse sentimento infinito que parece não caber em nosso corpo cheio de limitações. Morremos de amor sim, e me pego pensando se não é dele que vivemos. É amor que respiramos, já que depois de atingidos e mortos, ainda andamos e nos entregamos de novo, como vivos, para nos perdermos mais uma vez.. O que há de errado conosco, humanos?
Mais uma vitória de Anna Dandy às 12h26
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Medo, na minha opinião, é um dos maiores parasitas que existem. Eu considero medo, um spray que imobiliza tudo. Vi isso em um desenho animado: o bandido (e como torço por eles - rsrsrsrs) tinha um spray poderoso, que quando atingia alguém, essa pessoa virava estátua. Continuava pensando, imaginando e, provavelmente, seu sangue corria dentro do corpo, porém não conseguia fazer nenhum movimento. Estava imóvel. Não podia andar, se coçar, arrumar o cabelo, nada. Como alguém que sente medo.
Já tive muito medo de amar. Nessas horas, parava. Parava de pensar, de agir conforme minhas crenças, de fazer o que eu queria fazer. Levava uma vida operacional. Spray imobilizante.
Hoje, tenho medos diferentes, mas eles ainda me paralisam. Sinto medo, muitas vezes, das minhas atitudes. Principalmente quando tudo a minha volta anda bem. E por perceber o meu bb tão humano, tão lindo por dentro e por fora, a cada dia tão mais querido e amado em meu coração, que por vezes, temo que algo se parta. Como se estivesse em uma loja de cristais, onde a gente caminha vagarosamente para não esbarrarmos nas lindas peças. É assim que meu medo de derrubar alguma coisa, faz com que eu pare. Spray imobilizante, sobre todos os meus atos.
Porque a mim é preferível virar estátua, por um tempo, ao derrubar um prateleira toda. Talvez, quem sabe, pra vencer meu medo, confiar e te fazer mais feliz...
AH, QUASE ESQUEÇO....
Ontem, quando fui dormir e deitei minha cabeça sobre meu travesseiro, me questionei sobre os apegos. Por que as pessoas são tão apegadas com coisas materiais? Fazem guerras em prol de algo que se quebra, que não tem sentimento, que não dura a eternidade, e pior, não se leva pro buraco que nos enterram? Ferem, machucam com palavras... Por que não se apegam aos valores, aos bons valores humanos?
Às vezes penso que esse apego demasiado nos corações das pessoas faz com que as mesmas abracem alguma coisa que não as deixem cair. É um querer não estar com visita em casa; ao mesmo tempo é um querer estar com a família, falando o tempo inteiro sobre relações. É um não tocar no CD, porque ouro é pouco! Como se não bastasse, é um falar sem perceber o ouvido que escuta...
Conviver com pessoas apegadas é um aprendizado. Eu sei disso porque esse é o processo. É quase como beber água sem gelo ainda que esteja calor, porque é o que tem e de outra maneira morreremos de sede. Ou então é morrer de sede mesmo assim. É como uma noite que não acorda nunca, mas que também não adormece. É uma tentativa de acertar que sabe-se errada, uma hora desesperada que sabe-se imprópria, uma guerra que sabe-se perdida. Vá saber, né?
É uma esperança teimosa, cega, surda essa coisa de querer bem. Queria eu que ela também fosse muda, mas não o é. Porque grita.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 10h17
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O Meu Amor...
Tem um jeito que é só seu...
Que me deixa louca quando me beija a boca. A minha pele toda fica arrepiada, e me beija com calma e fundo até minh´alma se sentir beijada.
Que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvidos com tantos segredos lindos e indecentes, depois brinca comigo, ri do meu umbigo e me crava os dentes.
De me deixar maluca quando me roça a nuca, de pousar as coxas entre as minhas coxas quando ele se deita.
De me fazer rodeios, de me beijar os seios, me beijar o ventre e me deixar em brasa..........
Mais uma vitória de Anna Dandy às 14h10
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Continuação da viagem... Primeiro post sobre essa aventura, favor ler o dia 11 de janeiro.
28 de dezembro de 2006
Acordei com um pouco de dor nas costas, mas nada que me desanimasse. O dia prometia litoral sul. Da Barra do Rio até Natal a turma teve que encurtar o caminho pegando duas balsas, uma menor e outra maior, oriunda da Amazônia. Visitei a parte histórica da cidade, o Forte dos Reis Magos, situado na Praia do Forte. Este foi um ponto que adorei! Depois do almoço no Centro de Artesanato, fui com a turma passear pela Via Costeira, recheada de muitos hotéis de luxo e uma belíssima visão da praia com suas ondas quebrando nas pedras. Na Praia de Ponta Negra pude visualizar o Morro do Careca. Tudo bem parecido com a Beira Mar de minha cidade, só que bem menos estruturada. Na volta, cliquei um grande relógio do sol.

Voltei para a Barra do Rio com o pessoal e ficamos conversando até tardinha. Noite básica, sem muitas novidades.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 14h33
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Continuação da viagem... Primeiro post sobre essa aventura, favor ler o dia 11 de janeiro.
27 de dezembro de 2006
A turma resolveu ficar o dia inteiro pela praia Barra do Rio, uma vez que no dia anterior gastamos muito e teríamos que poupar nossas economias pra João Pessoa e Recife. Daí o ponto de diversão foi a praia de Graçandu com uma curta caminhada até as barracas de lá. Queijos assadinhos, Hula Hulas, risadas. no almoço, uma macarronada, peixe frito, quitute de enlatados, vinho e refigerante, ou seja, uma mistureba só!

Depois disso, passei a tarde inteira descansando porque a noite a turma iria para Natal. Naquela cidade conheci o Natal Shopping e o Carrefour de lá. Pude perceber que me encontro numa cidade super tranquila, porém cara. Nossa, tudo é pago! Desde um click de escultura na areia, até uma informação ou mesmo sentar na cadeira de praia, é preciso desembolsar ca$h! Turista informal acaba não tendo acesso a quase nenhum tipo de informação turística. Bom, mas quanto a isso já estou até me acostumando. Vamos voltar a falar de onde paramos... Ah, Carrefour. Então.. Por lá fiz algumas compras básicas e comida para o jantar na Barra do Rio. Pizzas foi a melhor pedida.
Na hora de dormir, eu e Socorrinha cedemos o quarto para a Leidi e o Lásaro. Fomos para o quarto vizinho, que ficara vazio devido a saída de Cancão e seus amigos. Tamanha foi nossa surpresa ao sermos expulsas por anfíbios anuros, vulgo rãs!! Então não tivemos muita opção senão redes na sala.
Fim do terceiro dia.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 00h05
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O início de algo lindo... 14 de janeiro.
Mais uma vitória de Anna Dandy às 23h55
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